9 de jan. de 2009

Download - Revista Placar - Janeiro de 2009

Revista Placar - Janeiro de 2009



Estilo: Revista
Gênero: Futebol
Edição: Janeiro de 2009
Tamanho: 12 Mb
Formato: Rar / Pdf
Idioma: Português


Download - Revista Galileu - Dezembro de 2008


Estilo: Revista
Gênero: Atualidades / Ciências
Edição: Dezembro de 2008
Tamanho: 28.5 Mb
Formato: Rar / Pdf
Idioma: Português


5 de jan. de 2009

A ungida oração de Jabez

I CRÔNICAS 4:9-19

Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz. 10 Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido. Amados, qual de nós, já não viveu momento difícil em sua vida? Vontade de largar tudo e ir embora, por não mais acreditar que Deus possa fazer alguma coisa por você. Talvez as desilusões que tens vivido, é o suficiente para abandonar tudo, inclusive sua fé, não é mesmo? Talvez tenha tido um passado, que realmente só tem desagradado a Deus, ou quem sabe ainda esteja vivendo esses dias tão negativos.

Mas eu quero te dizer nesta oportunidade, que o seu passado não precisa mais ser um retrato do seu futuro, pois o Senhor Deus todo poderoso te diz hoje que: 2 Coríntios 5:17 Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. Quero te dizer se a sua história teve um começo triste, ou um começo infeliz, hoje DEUS vai mudar a sua HISTÓRIA. Destrava a tua língua meu amado, e começa a glorificar a Deus nesta oportunidade.

Porém é necessário apenas uma coisa da sua parte: - O que é pastor ? Aí eu lhe respondo: - A única coisa que você precisa fazer é: ACREDITAR, CRER, ter FÉ. Acreditar que a partir de hoje, Deus vai mudar a sua vida para sempre. Sabe porque? Por que abençoar é a Natureza de DEUS, e Ele quer isso pra sua vida, aqui e agora, amém! Nos tempos bíblicos, muitas vezes as mães colocavam os nomes em seus bebês referentes à sua aparência ou até mesmo à circunstância em que ele havia nascido. Talvez isso explique por que, quando o grande dia de seu nascimento chegou, sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: “Porque com dores o dei à luz”. Talvez sua gestação tivesse sido muito sofrida, ou um parto muito doloroso, quem sabe ele tivesse virado, ou o parto se estendeu por um longo tempo, lembrem-se que naquela época não havia a anestesia peridural nem nenhum tipo de analgésicos para aliviar as dores do parto.

Qualquer que tenha sido os motivos da sua mãe, imagine como deve ter sido para Jabez ter de passar por toda infância com um nome desses, “dor”. Não só era um convite às gozações dos amigos como também uma sombra sobre seu futuro. Você sabe eu creio, que nos tempos bíblicos o nome de um homem era considerado uma profecia sobre suas perspectivas de vida. Mas a verdade era uma só, sua mãe o envolveu para sempre na palavra hebraica para dor: Jabez. Ao que parece Jabez estava destinado a causar dores às outras pessoas e também a sofrer muita dor. Mas Jabez estava disposto a mudar essa situação em sua vida, apesar de um começo infeliz, Jabez resolveu acreditar em algo sobre Deus que mudou sua vida para sempre.

Ele acreditou que era da natureza de Deus abençoar, e que Ele não só podia, como queria abençoa-lo. Você crê que Deus hoje pode mudar a sua vida e abençoa-lo? Creio que Jabez quando ainda garoto, sua mãe tivesse lhe falado sobre o Deus de Israel, que fez diversos milagres para seus antepassados. Talvez Jabez tivesse ouvido a história de Jacó, que lutou uma noite inteira com o anjo e disse: “Não te deixarei ir, se não me abençoares”. Creio que Jabez ouvindo isso orou a Deus dizendo: “Oh! Que me abençoes!” é tudo de que sabemos. Amados preste atenção em hebraico, à expressão que Jabez usou equivale a cinco pontos de exclamação ou a letras garrafais sublinhadas.

Eu quero te dizer, meu irmão que Jabez quando orou a Deus: “Oh! Que me abençoes!”, não estava sonolento, não sentia pena de si mesmo ou estava resmungando uma oração, sem muita atenção. Jabez realmente SUPLICOU a Deus, que o abençoasse e o ajudasse a ter uma “visão melhor” do que ele tinha em mente para sua vida. E vejam o que diz o versículo de número 10 “e lhe concedeu o que tinha pedido” Saiba que você, tem que olhar para Deus como Jabez olhou – Que Deus estava pronto para derramar as bênçãos divinas sobre os que clamam a Ele. Notem também como o rei Ezequias orou, e Deus o atendeu: Isaías 38:1-5

1 - Naqueles dias, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal; veio ter com ele o profeta Isaías, filho de Amoz, e lhe disse: Assim diz o SENHOR: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás.

2- Então, virou Ezequias o rosto para a parede e orou ao SENHOR.

3 - E disse: Lembra-te, SENHOR, peço-te, de que andei diante de ti com fidelidade, com inteireza de coração e fiz o que era reto aos teus olhos; e chorou muitíssimo.

4 - Então, veio à palavra do SENHOR a Isaías, dizendo: 5 Vai e dize a Ezequias: Assim diz o SENHOR, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; acrescentarei, pois, aos teus dias quinze anos. Creio que muitos que estão lendo este Estudo Bíblico neste momento, sem querer talvez, tenham imaginado, Deus contendo as suas bênçãos, pouco propensas a concedê-las a você. Veja o que diz o Salmos: 34:10

“Os filhos dos leões necessitam e sofrem fome, mas aqueles que buscam ao SENHOR de nada têm falta”. Talvez meu amado (a), você tenha crescido acreditando que Deus é rigoroso e duro, pouco disposto a te abençoar por causa dos seus erros, não é mesmo? Observe as palavras de Davi no livro de Salmos 86:5 “Pois tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em benignidade para com todos os que te invocam”. É promessa de Deus através de seu Filho amado Jesus Cristo.

Mateus 7:7-8 7 Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. 8 Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. Amados nesta oração incluímos eu e você também, amém? Notem que Jabez não teve o privilégio que você tem hoje de ler as palavras de Jesus e dos escritores do Novo Testamento. No entanto, muitos anos antes de Tiago ter escrito: Toda boa dádiva e todo dom perfeito é lá do alto “Tiago 1:17

Jabez meus amados parecia conhecer esta verdade. Deus anseia que você, também creia de todo o seu coração que é próprio da natureza divina prover coisas boas, a você e a seus filhos. Deus quer e está disposto a te abençoar. A palavra abençoar no sentido bíblico significa, conceder favor sobrenatural. Quando oro a Deus e peço que me abençoe, estou clamando que sua bondade e favor sejam derramados sobre mim. Também estou reconhecendo que ele é o único “que é poderoso para fazer infinitamente mais do que quanto pedimos, ou pensamos”. Efésios 3:20 “Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, Observe amados que na bíblia não há relato de como Deus abençoou Jabez, mas apenas de que Deus atendeu ao pedido dele.

Agora o que me chamou a atenção neste versículo, foi que Jabez deixou totalmente nas mãos de Deus a decisão de qual seria a forma, como, quando e que tipo de benção Ele enviaria a Jabez. Vejam que ele, Jabez, acreditou em Deus, ele confiou no Senhor, pois quem, senão DEUS, sabe melhor o que nos dar? “Oh, Que Deus me abençoes”, e esperar que Deus dê aquilo que só Ele sabe que, de fato, atenderá a nossa necessidade. Vejam um detalhe importantíssimo: A benção de Deus pode ser de duas maneiras interna ou externa. Por exemplo: Em meio a uma crise familiar, você se sente desanimado, triste, e pouco amada, e de repente você faz uma oração a Deus e pede que Deus a abençoe. De repente você recebe pelo correio uma carta de uma pessoa que não a vê, faz muito tempo e no final da carta está escrito: “Senti como se Deus quisesse que eu lhe escrevesse e dissesse que “Ele realmente a ama, e que você pode sempre contar com Ele”.

Ou talvez através de um profeta de Deus, para te dizer o quanto Ele, teu Deus te ama. Saiba que sua benção pode vir de várias maneiras, um passeio inesperado com a família, uma visita de um parente muito querido, a recuperação daquela pessoa a quem você tem tanto orado, através da porta de um emprego tão esperado, em fim Deus quer te abençoar neste momento. Saibam que muitas das vezes a benção de Deus pode vir em meio às dificuldades. Talvez a sua definição de benção automaticamente pressuponha dinheiro no banco e uma vida isenta de problemas. No entanto, Jesus nos avisou: João 16:33b “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. E Pedro também nos disse: I Pedro 4:12-13 12

Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; 13 pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando. Deus os abençoe, AMÉM!!!

Fonte: Melodia.

Escrito por: Pastor Ricardo Rossi

10 de dez. de 2008

A TENTAÇÃO DO GANHO FÁCIL.

TEXTO: II Reis 5:20-27
ICT (Idéia Central do Texto): O texto apresenta um típico exemplo de alguém, Geazi, sevo do profeta Eliseu, que deixou-se dominar pela ganância e das consequências disto.
O.G.: Devocional
O.E.: Alertar os ouvintes acerca do pecado da ganância e de suas consequências para a vida cristã.
TESE: O ganho fácil constitui-se numa tentação comumente enfrentada pelos crentes e pode acarretar terríveis prejuízos espirituais para os descuidados.

INTRODUÇÃO:
Como crentes em Jesus temos que conviver com tentações. Tentações são desejos, inclinações da nossa carne, que procedem de nossa natureza humana pecadora, que tentam nos levar a desobedecer as ordens do Criador. Neste texto Deus nos alerta para uma das perigosas tentações a que estamos expostos.
Geazí, o servo do profeta Eliseu, acreditou que poderia facilmente lucrar, desde que corresse até Naamã, o general Sírio que acabara de ser miraculosamente curado da lepra. Munido de uma boa e comovente história, pensando estar longe da vigilância do profeta, o servo Geazi partir a encontrar a comitiva síria a caminho de volta para Damasco. Ele não tencionava obter toda a prata, ouro e vestidos que o general trouxera na intenção de presentear o profeta; somente um pouco de prata e duas vestes.
A consequência terrível que esta atitude de Geazi trouxe para si nos serve de alerta contra esta tentação a que estamos sujeitos: a tentação do ganho fácil. Cuidemos para não cometer os seguintes equívocos:

1º) Pensar que “ter” é o mais importante (v. 20)
Freqüentemente estamos sujeitos a pensar como Geazi, que o mais importante é termos a prata e as vestes, do que sermos “irrepreensíveis e sinceros”(Fp 2:15). O Senhor Jesus lidou com esta tentação quando o Diabo o levou ao alto de um monte e, mostrando-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles, disse-lhe: “Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares.” (Mt 4:8 e 9). A resposta de Jesus foi que somente a Deus devemos adorar e só a Ele servir. Não importa o prejuízo financeiro ou material que isto traga, primeiro devemos buscar o Reino de Deus e a Sua Justiça! (Mt 6:33).

O servo Geazi não seguiu o exemplo de seu senhor. Corrompeu-se por causa de um pouco de prata e algumas roupas novas. Que tristeza quando um servo de Jesus abandona seu posto, sua Igreja, seu compromisso com a Obra de Deus e parte para conquistar coisas de tão menor importância, sem a bênção de Deus.

Como Geazi, muitos nem se apercebem que estão incorrendo numa falta gravíssima quando ao pecar, comprometem o nome do Senhor!

2º) Comprometendo o nome do Senhor (v. 26)
Ao voltar de sua abordagem a Naamã, Geazi deparou-se com seu senhor. Este lhe perguntou de pronto: “Porventura não foi contigo o meu coração...? Era isto ocasião para receberes prata e roupa...?” Geazi usara o nome de seu senhor para ludibriar a Naamã. De igual modo o crente tem um Senhor, Jesus Cristo e, toda vez que cai em tentação, está comprometendo o nome do seu Senhor! Por isso Jesus disse: “Ai do homem por quem o escândalo vier...” (Mt 18:7).

É assim que surgem os maus testemunhos, os escândalos. Ao invés de o Nome do Senhor ser glorificado, quando se cai na tentação do ganho fácil, o Nome do Senhor acaba por ser blasfemado! A mentira, o ludíbrio, o “jeitinho”, a desonestidade e todo ganho que podem oferecer trazem um prejuízo inestimável à pregação do Evangelho. Quanta lástima quando um filho de Deus decide utilizar os recursos característicos dos filhos do Diabo! (Jo 8:44).

O servo Geazi caiu na tentação do ganho fácil e não mediu as conseqüências de haver utilizado indevidamente o nome do seu senhor. Não pensara que seu erro traria sérias conseqüências para sua vida.

3º) As terríveis conseqüências do cair na tentação do ganho fácil (v. 27)
Geazi herdou a lepra de Naamã. O texto bíblico afirma que ele ficou “branco como a neve”. Pior, afirma que sua descendência, sua família, também foi afetada pelo seu pecado. Este é o resultado de se abandonar os preceitos de Deus, agindo como um “filho de belial”. O apóstolo Paulo escreveu sobre o “amor ao dinheiro” e afirmou que ele é “a raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” (I Tm 6:10).

O livro de Eclesiastes também alerta para os malefícios causados pelo “amor às riquezas”, afirmando que a pessoa que sofre deste mal nunca se fartará e, além de outros desconfortos, será desprovido do “sono do trabalhador” (Ec 5:10-12). São grandes os prejuízos para o crente que se deixa levar por esta tentação. Me chama a atenção este do verso 12 de Eclesiastes, onde afirma que “a saciedade do rico não o deixa dormir”.

CONCLUSÃO:
Cuide-se! Você, certamente, tem sido tentado à semelhança de Geazí. Resista, caso contrário, cairá (I Co 10:12). Deus mesmo está pronto a lhe dar forças para auxiliá-lo a resistir. Reconheça que não vale a pena alcançar qualquer valor sem a aprovação do Senhor das nossas vidas. Resista como Jesus resistiu: recuse-se a aceitar qualquer coisa que seja empecilho para sua vida de adoração a Deus.

APELO:
Neste instante vamos orar. Se você tem incorrido no mesmo erro de Geazi, hoje é tempo de retroceder. Deus quer resgatá-lo. Reconheça seu pecado e busque o perdão de Deus agora mesmo. Não queira colher as conseqüências de uma vida longe da presença do Senhor.


Fonte: Paulo Rogério Petrizi

5 de dez. de 2008

As 12 Tribos de Israel (Tribo de José)

José (filho de Jacob)

José (יוֹסֵף em Hebraico, que significa "Yahweh acrescenta"; ou Yôsēp̄ em Hebraico tiberiano, e mais tarde designado como Zaphnath-paaneah ou Tzáfnat panéach (צפנת פענח) ou Ẓáfənat paʿnéaḥ em hebraico padrão ou, ainda, , Ṣāp̄ənaṯ paʿănēªḥ em Hebraico tiberiano, cuja origem é egípcia, significando "Descobridor das coisas ocultas"), foi o décimo primeiro filho de Jacó, nascido de Raquel, citado no livro do Génesis, no Antigo Testamento, sendo considerado o fundador da Tribo de José, constituída, por sua vez, da Tribo de Efraim e da Tribo de Manassés (seus filhos).

Quando tornou-se faraó, foi-se concebida a mão de Azenate, servante do faraó anterior.

Filho preferido de Jacó, apesar de não ser o seu primogênito (mas o primeiro filho de Raquel, a mulher que mais amava), José nunca escondeu a sua posição de superioridade em relação aos outros irmãos, que se ia manifestando através de sonhos em que a sua figura tomava sempre um lugar de destaque e liderança. O favoritismo, de que era alvo por parte do pai, valeu-lhe a malquerença dos irmãos, que o venderam como escravo a mercadores ismaelitas, por 20 moedas (sheqel) de prata.

Tendo sido, depois, comprado por Potifar (oficial e capitão da guarda do rei do Egipto), de quem se tornou o mais fiel e diligente dos criados, foi preso após acusação injusta da mulher do seu amo, depois de uma tentativa frustada de sedução por parte desta. Na prisão, tornou-se conhecido como intérprete de significado dos sonhos, pelo que é chamado pelo Faraó que, depois de verificar a sua real capacidade, o nomeia governador do Egipto (cerca de 1800 a.C.).

A história termina com o reencontro com os seus irmãos, arrependidos, e com a chegada destes, com seu pai, ao Egipto. É assim que o povo israelita se instala no Egipto, antes de ser escravizado e, mais tarde, libertado sob a liderança de Moisés.

A figura de José inspirou vários autores e artistas ao longo da história, devido à riqueza narrativa do relato que é, sem dúvida, uma das mais populares gestas bíblicas. Thomas Mann recontou a história em José e seus irmãos e Andrew Lloyd Webber, com "José e o deslumbrante manto de mil cores", passou a história para um musical de sucesso. Depois de arrependidos José ajudou seus 11 irmãos Zebulom, Issacar, Rúben, Naftali, Benjamin, Dã, Simeão, Levi, Judá, Gade e Aser.


Símbolo da Tribo.


Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

AS 12 Tribos de Israel (Tribo de Manassés e Efraim)

Manassés.

Manassés foi o 14º rei de Judá, governando de 686 (aprox.) à 642 a.C.
Manassés era filho de Ezequias e sua mãe era Hefzibá. Era descendente da linhagem real de Judá, iniciada com o rei Davi, sendo, portanto, antepassado de Jesus Cristo. A principal fonte de informação sobre ele é o Antigo Testamento da Bíblia, estando a sua história registrada nos livros de II Reis 21:1-18 e II Crônicas 33:1-20.

Ofensas ao costumes

Segundo a Bíblia, Manassés iniciou seu reinado aos 12 anos e, por 55 anos, governou em Jerusalém.
Os textos bíblicos informam que Manassés não exerceu a devida liderança reiligiosa que desempenhou seu pai. Promoveu a idolatria à Baal, reconstruindo os altares destruídos por seu pai. Promoveu práticas de magia e adivinhação e introduziu até mesmo nos pátios do templo ritos e altares indevidos. Um dos extremos dessa chamada idolatria foi o sacrifício humano, tendo incluído os seus próprios filhos.

Fez ele também passar os seus filhos pelo fogo no vale do Filho de Hinom, e usou de advinhações, e de agouros, e de feitiçarias, e consultou adivinhos e encantadores, e fez muitíssimo mal aos olhos do SENHOR, para o provocar à ira. (II Crônicas 33:6)
A Bíblia diz também que Manassés não ouviu os profetas, e a tradição judaica menciona que ordenou a morte de Isaías, serrado-o em pedaços.

A situação política

A Assíria era a potência dominante naquela época e algumas décadas antes havia devastado o reino de Israel, bem como invadido Judá, quando o seu pai ainda governava, mas não obteve sucesso em invadir Jerusalém.
Os reis assírios Assurbanipal e Esar-Hadom listavam Manassés como rei tributário, e inclusive, a mesma Assíria levara Manassés cativo, por certo tempo.
De acordo com o livro de II Crônicas, a prisão de Manassés teria se dado por uma repreensão divina pelo fato do povo não ter dado ouvidos para se arrependerem dps pecados:
E falou o SENHOR a Manassés e ao seu povo, porém não deram ouvidos. Pelo que o SENHOR trouxe sobre eles os príncipes do exército do rei da Assíria, os quais prenderam Manassés entre os espinhais, e o amarraram com cadeias, e o levaram à Babilônia. (II Cr 33:10-11)

Mudança de atitude do rei e atos finais

Após ser preso pelos assírios, ainda no cativeiro, Manassés arrependeu-se amargamente de seu proceder, fez uma sincera oração a Deus e resolveu mudar de atitude.
E ele angustiado, orou deveras ao SENHOR, seu Deus, e humilhou-se muito eprante o Deus de seus pais, e lhe fez oração e Deus se aplacou para com ele e ouviu a sua súplica, e o tornou a trazer a Jerusalém, ao seu reino; então reconheceu Manassés que o SENHOR é Deus. (II Cr 33:12-13)
Foi então liberto por Deus, voltou a Jerusalém e removeu os altares de idolatria que havia construído. Passou a incentivar a adoração à Jeová (ou Javé) e a oferecer os devidos sacrifícios, retirando do templo os objetos de profanação.
Manassés ainda construiu uma muralha externa para defender sua cidade.

Reconstrução de Judá

Após a desastrosa revolta de Ezequias contra a Assíria, Manassés herdou de seu pai um reino devastado, reduzido territorialmente e gravado com um pesado tributo a ser mandado, anualmente, para Nínive. Recuperar o reino desse desastre, exigiu longos anos de esforço concentrado, conduzido pelo rei e seus assessores.

A primeira providência de Manassés consistiu em garantir que Judá pudesse trabalhar em paz.

Para isso, ele cultivou a benevolência da Assíria, mostrando-se um vassalo fiel e prestativo. Um documento da época de Asaradão (Esarhaddon), sucessor de Senaquerib no trono assírio, menciona Manassés fornecendo abundante material de construção para um projeto real em Nínive. O rei seguinte, Assurbanipal, lista o judeu entre os soberanos que lhe enviaram presentes e o ajudaram a conquistar o Egito. O sucesso dessa política pode ser atestado no fato de Manassés ter conseguido reduzir o valor do tributo imposto ao seu reino. Um texto do Século VII a.C. mostra que esse tributo tornou-se menor do que o cobrado de Amon e Moab, reinos vizinhos de Judá. Quanto ao relato bíblico (2Crônicas 33,11) sobre a prisão de Manassés pelos assírios na Babilônia, sua credibilidade histórica é bastante discutível.

Perdida a fértil região de Shephelah, restou a Manassés intensificar a produção agrícola nas terras ao sul de Jerusalém, valendo-se do crescimento populacional dessa área, para onde se dirigiram os que escaparam da investida assíria. Com investimentos públicos e o esforço concentrado da população, essas terras, originalmente áridas, passaram a suprir cerca de 1/4 das necessidades de grãos do reino.

Mas o principal êxito de Manassés, em seu projeto de reconstrução de Judá, consistiu em integrar seu reino à economia internacional da Assíria, sobretudo ao comércio de produtos exóticos que fluia da Arábia. Algumas das importantes rotas de caravanas atravessavam territórios ainda controlados pelo reino judaico, circunstância que Manassés soube explorar em seu favor.

Escavações arqueológicas descobriram dois grandes fortes construídos nessa época, no interior do deserto, para proteger os mercadores. Além disso, inscrições encontradas em diversos sítios em Judá evidenciam suas conexões comerciais com a Arábia. È também possível que o casamento de Manassés com Mesalemet (de provável procedência árabe) tenha resultado dos interesses econômicos do rei judaico.

No texto bíblico, Manassés é execrado como o monarca mais pecaminoso do Reino de Judá (2Reis 21,3-7), por ter reintroduzido a idolatria, permitindo a reconstrução de altares destruídos por seu pai. Ele chega a ser responsabilizado pela futura destruição de Jerusalém pelos babilônios, fato que somente ocorreria no século seguinte. Provavelmente, para obter a cooperação dos anciãos das aldeias e dos clãs, ao seu projeto de reconstrução econômica do reino, o monarca permitiu a retomada dos cultos populares a Baal, aos postes sagrados (Asherat) e aos astros do céu. Essas práticas religiosas, executadas em altares ao ar livre, sempre existiram nas áreas rurais do país, independente do culto oficial a IHWH, centrado no Templo de Jerusalém.

O Reino de Judá jamais se recuperou plenamente do desastre causado pela expedição punitiva de Senaquerib. Mas quando Menassés morreu, o país havia restaurado parte de seu vigor econômico, apresentando uma situação bem mais confortável do que o cenário de desolação deixado por Ezequias.

Tribo de Manassés.

A Tribo de Manassés מְנַשֶּׁה (alfabeto hebraico מְנַשֶּׁה, hebraico: Mənašše, de נשני naššānî - feito para esquecer) foi uma das Tribos de Israel; juntamente com a Tribo de Efraim, Manassés formou também a Casa de José. No seu apogeu, seu território se espalhava ao longo do rio Jordão, formando duas metades, uma em cada lado do rio.
A metade ocidental da tribo ocupou as terras imediatamente a norte de Efraim, no centro-oeste de Canaã, entre o rio Jordão e a costa do Mar Mediterrâneo, fazendo limite ao norte com a Tribo de Issacar, a noroeste com o Monte Carmelo; a metade oriental da tribo constituía a parte mais ao norte da tribo, a leste do rio Jordão, ocupando as terras ao norte da Tribo de Gade, estendendo-se desde Maanaim ao sul até o Monte Hermon, ao norte, e incluindo todo o do planalto de Basã. Esses territórios eram abundantes em água, uma preciosidade em Canaã, e por isso, constituía uma das mais valiosas partes do país; apesar disso, a posição geográfica de Manassés impossibilitava-a de defender duas importantes passagens nas montanhas - Esdraelon, localizada a oeste do rio Jordão e Hauran, a leste.

Efraim

Segundo a Bíblia, Efraim foi o segundo filho de José, nascido no Egito (Gn 41. 52). Quando foi levado à presença do patriarca Jacó com Manassés, Jacó pôs a sua mão direita sobre ele. Quis José mudar as posições dos seus dois filhos, mas Jacó recusou (Gn 48.8 a 20).

Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

3 de dez. de 2008

As 12 Tribos de Israel (Tribo de Benjamim)

Benjamim.

Benjamim foi, segundo narra a Bíblia, o filho mais novo de Jaco ou Israel com sua mulher Raquel, que morre no seu parto.
Benjamim foi o único irmão por parte de mãe de José, que se tornaria mais tarde governador do Egito. Foi da descendência de Benjamim que surgiu o primeiro rei de Israel, Saul.

Tribo de Benjamim.

A tribo de Benjamim era uma das doze tribos de Israel. Recebeu o nome do filho mais novo de Jacob (Israel) e Raquel. As pessoas desta tribo eram chamados benjamitas.
Na altura da divisão de Canaan, ficou com o território entre Efraim a Norte e Judá a Sul. Embora fosse um território pequeno e montanhoso, era fértil e incluía cidades importantes como Jerusalém, Jericó, Betel, Gibeon e Mispá entre outras.
Um benjamita importante foi Eúd, o segundo juiz referenciado no Livro de Juízes. Saul, o primeiro rei de Israel oficialmente reconhecido como tal, era benjamita, filho de Quis. A partir daí, a linhagem real passou a ser da Tribo de Judá.
Quase que a tribo foi aniquilada pelas restantes tribos por ter protegido os habitantes de Gibea. A história encontra-se no Livro de Juízes nos capítulos 19, 20 e 21.
Quando se deu a divisão do reino, Benjamim permaneceu fiel à casa de David e, portanto, formou um reino com a Tribo de Judá, ao passo que as restantes dez tribos (também chamadas de Tribos do Norte) formavam um outro reino Israel.
Juntamente com Israel, os benjamitas foram dos que mais engrossaram o número dos que regressaram.

Simbolo da Tribo de Benjamim.



Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)