29 de jan de 2011

Igreja evangélica gay realiza encontro de casais com unção de alianças, renovação de votos e casamentos homossexuais.

A Igreja Cristã Contemporânea promoveu, no sábado, dia 22, o “Culto do Amor” – um encontro de casais héteros e homossexuais. A celebração teve como objetivo ensinar solteiros, noivos e casados a lidar com seus problemas de relacionamento.

No culto foi celebrados noivados entre homossexuais e houve troca de alianças para uma renovação de votos em 2011 entre os casais. Os solteiros também podem levar alianças para serem ungidas.

- As outras igrejas fazem encontros de casais heteros. Aqui, teremos um culto democrático, com espaço para o amor entre iguais – afirma o pastor Fábio Inácio.

Fonte: Extra

Chips estão sendo implantados nas pessoas, será essa a marca da besta?

Muitos fiéis e estudiosos voltam sua atenção de um modo muito especial (e peculiar) para o último livro da Bíblia, o Apocalipse. João, servo de Deus, recebeu de um anjo revelações sobre o tão falado fim dos tempos. “Bem-aventurados os que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.” (Apocalipse 1:3)


João cita suas visões tais e quais as teve, cheias de simbolismos e alegorias, em uma linguagem altamente metafórica. E justamente aí vem uma grande confusão por parte de intérpretes da Bíblia: enquanto uns defendem que tudo é falado simbolicamente, outros defendem que o conteúdo tem de ser levado ao pé da letra – o que não diz respeito somente ao Apocalipse, mas a toda a Palavra Sagrada.

Há em Apocalipse a figura do anticristo, um líder mundial que, alegando querer manter a ordem, seria carismático a ponto de desviar os fiéis de Deus. O mesmo texto fala da “marca da besta”, uma distinção dada a todos os adoradores do reino do mal. Independentemente da raça ou da classe social, a citada nova ordem mundial impõe algo a todos os seres humanos, “… faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte…” (13:16) Tal marca seria obrigatória entre os conscientes e inconscientes seguidores da besta, com o aval da figura de autoridade do anticristo. A identificação seria usada como uma espécie de documento oficial, “para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca…” (13:17)