10 de dez de 2008

A TENTAÇÃO DO GANHO FÁCIL.

TEXTO: II Reis 5:20-27
ICT (Idéia Central do Texto): O texto apresenta um típico exemplo de alguém, Geazi, sevo do profeta Eliseu, que deixou-se dominar pela ganância e das consequências disto.
O.G.: Devocional
O.E.: Alertar os ouvintes acerca do pecado da ganância e de suas consequências para a vida cristã.
TESE: O ganho fácil constitui-se numa tentação comumente enfrentada pelos crentes e pode acarretar terríveis prejuízos espirituais para os descuidados.

INTRODUÇÃO:
Como crentes em Jesus temos que conviver com tentações. Tentações são desejos, inclinações da nossa carne, que procedem de nossa natureza humana pecadora, que tentam nos levar a desobedecer as ordens do Criador. Neste texto Deus nos alerta para uma das perigosas tentações a que estamos expostos.
Geazí, o servo do profeta Eliseu, acreditou que poderia facilmente lucrar, desde que corresse até Naamã, o general Sírio que acabara de ser miraculosamente curado da lepra. Munido de uma boa e comovente história, pensando estar longe da vigilância do profeta, o servo Geazi partir a encontrar a comitiva síria a caminho de volta para Damasco. Ele não tencionava obter toda a prata, ouro e vestidos que o general trouxera na intenção de presentear o profeta; somente um pouco de prata e duas vestes.
A consequência terrível que esta atitude de Geazi trouxe para si nos serve de alerta contra esta tentação a que estamos sujeitos: a tentação do ganho fácil. Cuidemos para não cometer os seguintes equívocos:

1º) Pensar que “ter” é o mais importante (v. 20)
Freqüentemente estamos sujeitos a pensar como Geazi, que o mais importante é termos a prata e as vestes, do que sermos “irrepreensíveis e sinceros”(Fp 2:15). O Senhor Jesus lidou com esta tentação quando o Diabo o levou ao alto de um monte e, mostrando-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles, disse-lhe: “Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares.” (Mt 4:8 e 9). A resposta de Jesus foi que somente a Deus devemos adorar e só a Ele servir. Não importa o prejuízo financeiro ou material que isto traga, primeiro devemos buscar o Reino de Deus e a Sua Justiça! (Mt 6:33).

O servo Geazi não seguiu o exemplo de seu senhor. Corrompeu-se por causa de um pouco de prata e algumas roupas novas. Que tristeza quando um servo de Jesus abandona seu posto, sua Igreja, seu compromisso com a Obra de Deus e parte para conquistar coisas de tão menor importância, sem a bênção de Deus.

Como Geazi, muitos nem se apercebem que estão incorrendo numa falta gravíssima quando ao pecar, comprometem o nome do Senhor!

2º) Comprometendo o nome do Senhor (v. 26)
Ao voltar de sua abordagem a Naamã, Geazi deparou-se com seu senhor. Este lhe perguntou de pronto: “Porventura não foi contigo o meu coração...? Era isto ocasião para receberes prata e roupa...?” Geazi usara o nome de seu senhor para ludibriar a Naamã. De igual modo o crente tem um Senhor, Jesus Cristo e, toda vez que cai em tentação, está comprometendo o nome do seu Senhor! Por isso Jesus disse: “Ai do homem por quem o escândalo vier...” (Mt 18:7).

É assim que surgem os maus testemunhos, os escândalos. Ao invés de o Nome do Senhor ser glorificado, quando se cai na tentação do ganho fácil, o Nome do Senhor acaba por ser blasfemado! A mentira, o ludíbrio, o “jeitinho”, a desonestidade e todo ganho que podem oferecer trazem um prejuízo inestimável à pregação do Evangelho. Quanta lástima quando um filho de Deus decide utilizar os recursos característicos dos filhos do Diabo! (Jo 8:44).

O servo Geazi caiu na tentação do ganho fácil e não mediu as conseqüências de haver utilizado indevidamente o nome do seu senhor. Não pensara que seu erro traria sérias conseqüências para sua vida.

3º) As terríveis conseqüências do cair na tentação do ganho fácil (v. 27)
Geazi herdou a lepra de Naamã. O texto bíblico afirma que ele ficou “branco como a neve”. Pior, afirma que sua descendência, sua família, também foi afetada pelo seu pecado. Este é o resultado de se abandonar os preceitos de Deus, agindo como um “filho de belial”. O apóstolo Paulo escreveu sobre o “amor ao dinheiro” e afirmou que ele é “a raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” (I Tm 6:10).

O livro de Eclesiastes também alerta para os malefícios causados pelo “amor às riquezas”, afirmando que a pessoa que sofre deste mal nunca se fartará e, além de outros desconfortos, será desprovido do “sono do trabalhador” (Ec 5:10-12). São grandes os prejuízos para o crente que se deixa levar por esta tentação. Me chama a atenção este do verso 12 de Eclesiastes, onde afirma que “a saciedade do rico não o deixa dormir”.

CONCLUSÃO:
Cuide-se! Você, certamente, tem sido tentado à semelhança de Geazí. Resista, caso contrário, cairá (I Co 10:12). Deus mesmo está pronto a lhe dar forças para auxiliá-lo a resistir. Reconheça que não vale a pena alcançar qualquer valor sem a aprovação do Senhor das nossas vidas. Resista como Jesus resistiu: recuse-se a aceitar qualquer coisa que seja empecilho para sua vida de adoração a Deus.

APELO:
Neste instante vamos orar. Se você tem incorrido no mesmo erro de Geazi, hoje é tempo de retroceder. Deus quer resgatá-lo. Reconheça seu pecado e busque o perdão de Deus agora mesmo. Não queira colher as conseqüências de uma vida longe da presença do Senhor.


Fonte: Paulo Rogério Petrizi

5 de dez de 2008

As 12 Tribos de Israel (Tribo de José)

José (filho de Jacob)

José (יוֹסֵף em Hebraico, que significa "Yahweh acrescenta"; ou Yôsēp̄ em Hebraico tiberiano, e mais tarde designado como Zaphnath-paaneah ou Tzáfnat panéach (צפנת פענח) ou Ẓáfənat paʿnéaḥ em hebraico padrão ou, ainda, , Ṣāp̄ənaṯ paʿănēªḥ em Hebraico tiberiano, cuja origem é egípcia, significando "Descobridor das coisas ocultas"), foi o décimo primeiro filho de Jacó, nascido de Raquel, citado no livro do Génesis, no Antigo Testamento, sendo considerado o fundador da Tribo de José, constituída, por sua vez, da Tribo de Efraim e da Tribo de Manassés (seus filhos).

Quando tornou-se faraó, foi-se concebida a mão de Azenate, servante do faraó anterior.

Filho preferido de Jacó, apesar de não ser o seu primogênito (mas o primeiro filho de Raquel, a mulher que mais amava), José nunca escondeu a sua posição de superioridade em relação aos outros irmãos, que se ia manifestando através de sonhos em que a sua figura tomava sempre um lugar de destaque e liderança. O favoritismo, de que era alvo por parte do pai, valeu-lhe a malquerença dos irmãos, que o venderam como escravo a mercadores ismaelitas, por 20 moedas (sheqel) de prata.

Tendo sido, depois, comprado por Potifar (oficial e capitão da guarda do rei do Egipto), de quem se tornou o mais fiel e diligente dos criados, foi preso após acusação injusta da mulher do seu amo, depois de uma tentativa frustada de sedução por parte desta. Na prisão, tornou-se conhecido como intérprete de significado dos sonhos, pelo que é chamado pelo Faraó que, depois de verificar a sua real capacidade, o nomeia governador do Egipto (cerca de 1800 a.C.).

A história termina com o reencontro com os seus irmãos, arrependidos, e com a chegada destes, com seu pai, ao Egipto. É assim que o povo israelita se instala no Egipto, antes de ser escravizado e, mais tarde, libertado sob a liderança de Moisés.

A figura de José inspirou vários autores e artistas ao longo da história, devido à riqueza narrativa do relato que é, sem dúvida, uma das mais populares gestas bíblicas. Thomas Mann recontou a história em José e seus irmãos e Andrew Lloyd Webber, com "José e o deslumbrante manto de mil cores", passou a história para um musical de sucesso. Depois de arrependidos José ajudou seus 11 irmãos Zebulom, Issacar, Rúben, Naftali, Benjamin, Dã, Simeão, Levi, Judá, Gade e Aser.


Símbolo da Tribo.


Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

AS 12 Tribos de Israel (Tribo de Manassés e Efraim)

Manassés.

Manassés foi o 14º rei de Judá, governando de 686 (aprox.) à 642 a.C.
Manassés era filho de Ezequias e sua mãe era Hefzibá. Era descendente da linhagem real de Judá, iniciada com o rei Davi, sendo, portanto, antepassado de Jesus Cristo. A principal fonte de informação sobre ele é o Antigo Testamento da Bíblia, estando a sua história registrada nos livros de II Reis 21:1-18 e II Crônicas 33:1-20.

Ofensas ao costumes

Segundo a Bíblia, Manassés iniciou seu reinado aos 12 anos e, por 55 anos, governou em Jerusalém.
Os textos bíblicos informam que Manassés não exerceu a devida liderança reiligiosa que desempenhou seu pai. Promoveu a idolatria à Baal, reconstruindo os altares destruídos por seu pai. Promoveu práticas de magia e adivinhação e introduziu até mesmo nos pátios do templo ritos e altares indevidos. Um dos extremos dessa chamada idolatria foi o sacrifício humano, tendo incluído os seus próprios filhos.

Fez ele também passar os seus filhos pelo fogo no vale do Filho de Hinom, e usou de advinhações, e de agouros, e de feitiçarias, e consultou adivinhos e encantadores, e fez muitíssimo mal aos olhos do SENHOR, para o provocar à ira. (II Crônicas 33:6)
A Bíblia diz também que Manassés não ouviu os profetas, e a tradição judaica menciona que ordenou a morte de Isaías, serrado-o em pedaços.

A situação política

A Assíria era a potência dominante naquela época e algumas décadas antes havia devastado o reino de Israel, bem como invadido Judá, quando o seu pai ainda governava, mas não obteve sucesso em invadir Jerusalém.
Os reis assírios Assurbanipal e Esar-Hadom listavam Manassés como rei tributário, e inclusive, a mesma Assíria levara Manassés cativo, por certo tempo.
De acordo com o livro de II Crônicas, a prisão de Manassés teria se dado por uma repreensão divina pelo fato do povo não ter dado ouvidos para se arrependerem dps pecados:
E falou o SENHOR a Manassés e ao seu povo, porém não deram ouvidos. Pelo que o SENHOR trouxe sobre eles os príncipes do exército do rei da Assíria, os quais prenderam Manassés entre os espinhais, e o amarraram com cadeias, e o levaram à Babilônia. (II Cr 33:10-11)

Mudança de atitude do rei e atos finais

Após ser preso pelos assírios, ainda no cativeiro, Manassés arrependeu-se amargamente de seu proceder, fez uma sincera oração a Deus e resolveu mudar de atitude.
E ele angustiado, orou deveras ao SENHOR, seu Deus, e humilhou-se muito eprante o Deus de seus pais, e lhe fez oração e Deus se aplacou para com ele e ouviu a sua súplica, e o tornou a trazer a Jerusalém, ao seu reino; então reconheceu Manassés que o SENHOR é Deus. (II Cr 33:12-13)
Foi então liberto por Deus, voltou a Jerusalém e removeu os altares de idolatria que havia construído. Passou a incentivar a adoração à Jeová (ou Javé) e a oferecer os devidos sacrifícios, retirando do templo os objetos de profanação.
Manassés ainda construiu uma muralha externa para defender sua cidade.

Reconstrução de Judá

Após a desastrosa revolta de Ezequias contra a Assíria, Manassés herdou de seu pai um reino devastado, reduzido territorialmente e gravado com um pesado tributo a ser mandado, anualmente, para Nínive. Recuperar o reino desse desastre, exigiu longos anos de esforço concentrado, conduzido pelo rei e seus assessores.

A primeira providência de Manassés consistiu em garantir que Judá pudesse trabalhar em paz.

Para isso, ele cultivou a benevolência da Assíria, mostrando-se um vassalo fiel e prestativo. Um documento da época de Asaradão (Esarhaddon), sucessor de Senaquerib no trono assírio, menciona Manassés fornecendo abundante material de construção para um projeto real em Nínive. O rei seguinte, Assurbanipal, lista o judeu entre os soberanos que lhe enviaram presentes e o ajudaram a conquistar o Egito. O sucesso dessa política pode ser atestado no fato de Manassés ter conseguido reduzir o valor do tributo imposto ao seu reino. Um texto do Século VII a.C. mostra que esse tributo tornou-se menor do que o cobrado de Amon e Moab, reinos vizinhos de Judá. Quanto ao relato bíblico (2Crônicas 33,11) sobre a prisão de Manassés pelos assírios na Babilônia, sua credibilidade histórica é bastante discutível.

Perdida a fértil região de Shephelah, restou a Manassés intensificar a produção agrícola nas terras ao sul de Jerusalém, valendo-se do crescimento populacional dessa área, para onde se dirigiram os que escaparam da investida assíria. Com investimentos públicos e o esforço concentrado da população, essas terras, originalmente áridas, passaram a suprir cerca de 1/4 das necessidades de grãos do reino.

Mas o principal êxito de Manassés, em seu projeto de reconstrução de Judá, consistiu em integrar seu reino à economia internacional da Assíria, sobretudo ao comércio de produtos exóticos que fluia da Arábia. Algumas das importantes rotas de caravanas atravessavam territórios ainda controlados pelo reino judaico, circunstância que Manassés soube explorar em seu favor.

Escavações arqueológicas descobriram dois grandes fortes construídos nessa época, no interior do deserto, para proteger os mercadores. Além disso, inscrições encontradas em diversos sítios em Judá evidenciam suas conexões comerciais com a Arábia. È também possível que o casamento de Manassés com Mesalemet (de provável procedência árabe) tenha resultado dos interesses econômicos do rei judaico.

No texto bíblico, Manassés é execrado como o monarca mais pecaminoso do Reino de Judá (2Reis 21,3-7), por ter reintroduzido a idolatria, permitindo a reconstrução de altares destruídos por seu pai. Ele chega a ser responsabilizado pela futura destruição de Jerusalém pelos babilônios, fato que somente ocorreria no século seguinte. Provavelmente, para obter a cooperação dos anciãos das aldeias e dos clãs, ao seu projeto de reconstrução econômica do reino, o monarca permitiu a retomada dos cultos populares a Baal, aos postes sagrados (Asherat) e aos astros do céu. Essas práticas religiosas, executadas em altares ao ar livre, sempre existiram nas áreas rurais do país, independente do culto oficial a IHWH, centrado no Templo de Jerusalém.

O Reino de Judá jamais se recuperou plenamente do desastre causado pela expedição punitiva de Senaquerib. Mas quando Menassés morreu, o país havia restaurado parte de seu vigor econômico, apresentando uma situação bem mais confortável do que o cenário de desolação deixado por Ezequias.

Tribo de Manassés.

A Tribo de Manassés מְנַשֶּׁה (alfabeto hebraico מְנַשֶּׁה, hebraico: Mənašše, de נשני naššānî - feito para esquecer) foi uma das Tribos de Israel; juntamente com a Tribo de Efraim, Manassés formou também a Casa de José. No seu apogeu, seu território se espalhava ao longo do rio Jordão, formando duas metades, uma em cada lado do rio.
A metade ocidental da tribo ocupou as terras imediatamente a norte de Efraim, no centro-oeste de Canaã, entre o rio Jordão e a costa do Mar Mediterrâneo, fazendo limite ao norte com a Tribo de Issacar, a noroeste com o Monte Carmelo; a metade oriental da tribo constituía a parte mais ao norte da tribo, a leste do rio Jordão, ocupando as terras ao norte da Tribo de Gade, estendendo-se desde Maanaim ao sul até o Monte Hermon, ao norte, e incluindo todo o do planalto de Basã. Esses territórios eram abundantes em água, uma preciosidade em Canaã, e por isso, constituía uma das mais valiosas partes do país; apesar disso, a posição geográfica de Manassés impossibilitava-a de defender duas importantes passagens nas montanhas - Esdraelon, localizada a oeste do rio Jordão e Hauran, a leste.

Efraim

Segundo a Bíblia, Efraim foi o segundo filho de José, nascido no Egito (Gn 41. 52). Quando foi levado à presença do patriarca Jacó com Manassés, Jacó pôs a sua mão direita sobre ele. Quis José mudar as posições dos seus dois filhos, mas Jacó recusou (Gn 48.8 a 20).

Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

3 de dez de 2008

As 12 Tribos de Israel (Tribo de Benjamim)

Benjamim.

Benjamim foi, segundo narra a Bíblia, o filho mais novo de Jaco ou Israel com sua mulher Raquel, que morre no seu parto.
Benjamim foi o único irmão por parte de mãe de José, que se tornaria mais tarde governador do Egito. Foi da descendência de Benjamim que surgiu o primeiro rei de Israel, Saul.

Tribo de Benjamim.

A tribo de Benjamim era uma das doze tribos de Israel. Recebeu o nome do filho mais novo de Jacob (Israel) e Raquel. As pessoas desta tribo eram chamados benjamitas.
Na altura da divisão de Canaan, ficou com o território entre Efraim a Norte e Judá a Sul. Embora fosse um território pequeno e montanhoso, era fértil e incluía cidades importantes como Jerusalém, Jericó, Betel, Gibeon e Mispá entre outras.
Um benjamita importante foi Eúd, o segundo juiz referenciado no Livro de Juízes. Saul, o primeiro rei de Israel oficialmente reconhecido como tal, era benjamita, filho de Quis. A partir daí, a linhagem real passou a ser da Tribo de Judá.
Quase que a tribo foi aniquilada pelas restantes tribos por ter protegido os habitantes de Gibea. A história encontra-se no Livro de Juízes nos capítulos 19, 20 e 21.
Quando se deu a divisão do reino, Benjamim permaneceu fiel à casa de David e, portanto, formou um reino com a Tribo de Judá, ao passo que as restantes dez tribos (também chamadas de Tribos do Norte) formavam um outro reino Israel.
Juntamente com Israel, os benjamitas foram dos que mais engrossaram o número dos que regressaram.

Simbolo da Tribo de Benjamim.



Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

AS 12 Tribos de Israel (Tribo de Naftali)

Naftali.

Naftali (em hebreu: נַפְתָּלִי)
Quinto filho de Jacó, sua mãe foi a criada de Raquel e se chamava Bila. A descrição de Naftali é como uma gazela solta, e poderia destacálo como homem de corrida ligeira. O targum do pseudo-Jônatas lhe confere uma vida de 132 anos

Tribo de Naftali.

A Tribo de Naftali(נַפְתָּלִיNaftaliNap̄tālî"Minha luta") foi uma das Tribos de Israel. Naftali ocupava o lado oriental da Galiléia (logo ao lado ocidental do Mar da Galiléia), nas áreas hoje conhecidas como Baixa Galiléia, e Alta Galiléia, e fazia fronteira a oeste com a Tribo de Aser, ao norte a Tribo de Dã, no sul Zebulão e o Rio Jordão no leste. Sua cidade principal era Hazor. Nessa região, em torno do Mar da Galiléia, ficava a altamente fértil planície de Genesaré, caracterizada por Flávio Josefo como a ambição da natureza, um paraíso na Terra[1], e com a porção sul da região atuando como uma passagem natural entre as terras alts de Canaã, muitas estradas principais (como as de Damasco a Tiro e Acre, passavam por ali[2]. A prosperidade que essa situação trouxe é parecidocom o profetizado na Bênção de Moisés, embora a críticos textuais vejam isso como um caso de predição posterior ao acontecimento, datando o poema para logo após de a tribo já ter se estabelecido na terra [3][4].

Cabala

Na Cabala, o nome Naftali é lido como duas palavras: nofet li, "doçura é para mim". A mitsvá em Purim, de atingir o nível da "cabeça desconhecida" ao beber vinho, etc., é expresso, nas palavras dos sábios como: A pessoa em Purim é obrigada a tornar-se doce, até que seja incapaz de diferenciar entre 'maldito seja Haman' e 'abençoado seja Mordechai'.
Esta é a expressão de júbilo e riso ao nível de Naftali – nofet li. O patriarca Jacó abençoou seu filho Naftali: Naftali é um cervo enviado [mensageiro], que dá [expressa] palavras eloqüentes. As "palavras eloqüentes" de Naftali provocam júbilo e riso aos ouvidos de todos que escutam. Ao final da Torá, Moisés abençoou Naftali: A vontade de Naftali está satisfeita. Na Chassidut é explicado que vontade satisfeita (seva ratzon) refere-se ao nível da vontade na dimensão interior de keter, onde toda experiência é puro deleite, o estado de ser no qual a pessoa não deseja nada além de si mesma.
As três letras que compõem o nome Haman possui seis permutações. Haman = 95; 6 x 95 = 570 = rasha (perverso), razão pela qual Haman é chamado Haman, o perverso. 570 (também) Naftali, que leva alegria e risos ao jogar o jogo de seis permutações de Haman. Na Cabala, está explicado que a "eloqüência" de Naftali reflete sua sabedoria para permutar palavras em geral (bem como examinar gematriot, tais como arur Haman - maldito seja Haman = 502 = baruch Mordechai - bendito seja Mordechai - o "jogo mais prazeroso" (sha'ashu'a) do estudo de Torá.
Como foi explicado previamente, os meses de Tishrei e Cheshvan correspondem (segundo o Arizal) às duas tribos de Efraim e Manassés, os dois filhos de José. Jacó abençoou seus dois netos Efraim e Manassés para serem como peixes: E eles serão como peixes no meio da terra. Estas duas tribos (o início do ano a partir de Tishrei) refletem-se em Adar e Naftali (o final do ano a partir de Nissan), pois Adar divide-se em dois (assim como José se divide em dois) peixes (Efraim e Manassés). O apoio numérico para isso é que quando Efraim (331) e Manassés (395) se combinam com Naftali (570): 331 mais 395 mais 570 = 1296 = 36 ao quadrado = 6 para o quarto poder.

Símbolo da tribo de Naftali



Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

As 12 Tribos de Israel (Tribos de Aser)

Aser.

Aser, segundo a Bíblia, é o nome de um dos 12 filhos de Jacó, resultado de sua união com Léia. Aser também é o ancestral de uma das 12 Tribos de Israel, de mesmo nome.

O personagem de Aser não possui grande destaque no livro de Gênesis, exceto por ter tomado parte na conspiração junto a seus irmãos que levou José a ser vendido como escravo para uma caravana em direção ao Egito, e também ter estado junto com seus irmãos no momento da reconciliação. Em I Crônicas 7:30-40 é traçada a descendência de Aser e seus filhos Imna, Isvá, Isvi, Berias e Sera.

Aser, junto com seus irmãos, tomou residência na parte leste do Delta do Rio Nilo, onde sua descendência multiplicou-se e originou a tribo de Aser. Segundo os livros do Pentateuco, Aser seguiu Moisés para a Terra Prometida, embora alguns estudiosos afirmem que Aser já era uma tribo localizada provavelmente na costa sul da Palestina antes do Êxodo, a região que, segundo o livro de Josué, ela teria conquistado quando da tomada de Canaã.

A região original de Aser coincidia com a terra da Filístia. Antes da ascensão do rei Davi, a terra de Aser já pertencia aos filisteus, de modo que a tribo pode ter continuado a existir apenas como indivíduos ou famílias vivendo em territórios de outras tribos, não mais como uma entidade individual e identificável entre as outras tribos de Israel. Os aseritas teriam se unido a Jeroboão quando este reivindicou para si o trono de Israel, e Aser teria feito parte das 10 tribos do norte que permaneceram independentes do governo de Jerusalém. A tribo desapareceu definitivamente dos registros quando Samaria foi tomada pela Assíria.

Simbolo de Aser.



Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

As 12 Tribos de Israel (Tribo de Gade)

Tribo de Gade.

A tribo de Gade (ou Gad) era uma das doze tribos de Israel. O sétimo filho que Jacó teve de Zilpa, a serva de Leia e irmão de Aser (Gn 30:11-13 e Gn 46:16,18). Em algumas versões, em Gn 30:11, as palavras: "Vem uma turba e chamou o seu nome Gade" deveriam ser traduzidas por: "Com sorte ("afortunado") e chamou o seu nome Gade", ou "Vem a sorte e chamou o seu nome Gade."
A tribo de Gade, durante a marcha pelo deserto, situava-se, juntamente com Simeão e Rúben, a sul do tabernáculo (Ne 2:14). As tribos de Rúben e Gade, no seguimento da sua história, prosseguiram a actividade dos patriarcas (Ne 32:1,5).

A porção atribuída a Gade ficava a leste do Jordão e incluía metade de Gileade, uma região de grande beleza e fertilidade (Dt 3:12), que a este fazia fronteira com o deserto árabe, a oeste com o Jordão (Js 13:27) e a norte com o rio Jaboque. Incluía, assim, todo o vale do Jordão até ao Mar da Galileia, onde, então, estreitava.
Esta tribo era cruel e dada à guerra; eram "varões valentes, homens de guerra para pelejar, armados com rodela e lança; e seus rostos eram como rostos de leões e ligeiros como corças sobre os montes" (1Cr 12:8 e 1Cr 5:19-22). Barzilai (2Sm 17:27) e Elias (1Rs 17:1) eram desta tribo. Foram levados em cativeiro por Tiglath-Pileser III ao mesmo tempo que as outras tribos do norte (1Cr 5:26) e no tempo de Jeremias (1Cr 49:1), os amonitas habitavam nas suas cidades.

Símbolo da Tribo de Gade.



Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

As 12 Tribos de Israel (Tribo de Dã)

Dã.

Na Bíblia, Dã (hebraico דָּן, "Juiz") é filho de Jacó (de quem era o quinto) e de Bila, sua concubina (Gênesis 30:4). É o patriarca da tribo de Dã, uma das doze tribos de Israel. Abaixo temos o trecho da bíblia onde Jacó abençoa Dã antes da morte:

16 Dã julgará o seu povo, como uma das tribos de Israel.


17 Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda, que morde os calcanhares do cavalo, e faz cair o seu cavaleiro por detrás.


18 A tua salvação espero, ó Senhor!

Gen 49

Tribo de Dã

A Tribo de Dã (דָּן "Juiz", Dan em hebraico standard, Dān em hebraico tiberiano) é uma das Tribos de Israel que segundo a Bíblia foi fundada por Dã, filho de Jacó e de Bila, sua concubina (Genesis 30:4).
O símbolo de Dã é uma serpente, o que a diferencia das outras tribos de Israel. Visto que este animal é considerado um símbolo do mal na tipologia bíblica, é aparentemente estranho que esteja como estandarte em uma tribo hebraica.

Símbolo da tribo de Dã.



Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

Sozinho não se Vence.

O homem não foi feito para viver uma vida isolada, como um eremita, um errante, sem contato com outras pessoas, sem relações sociais. Como diz em (Gn 2:18) " Não é bom que o homem nem esteja só". Em (Pv 18:1) diz assim: "Busca o seu próprio desejo aquele que se separa". Significa que a pessoa que vive isolada, torna-se egoísta. A marca do egoísta é, não querer manter relacionamentos, não querer amizades. Portanto tenha Amigos e siga junto de alguém, pois é como o rei Salomão disse em (Ec 4:10b) "Mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante".

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

Amor de Verdade não deve ser desse jeito.

Olá queridos irmãos em Cristo coloquei essa figuração sobre o amor para que todos entendam que Amar não é dessa forma ou querendo algo em troca, mas é ter um verdaeiro amor fraternal um pelo outro. Por isso, Amem de verdade, sem estar sendo falso um com o outro, pois o que encontramos hoje é irmãos te dando a Paz, mas na verdade ele mesmo não esta com a Paz estando com o pensamento em te prejudicar o mais rápido possível. Lembre-se que Deus esta com os olhos abertos e vendo tudo.


Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

Supérfluo ou Necessário.

Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apena viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros;
outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita;
outros, falar.
Uns queriam silêncio;
outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo;
outros, ter pés.
Uns queriam um carro;
outros andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.
Lembre-se que muitas vezes não
recebemos a nossa benção porque
não sabemos pedir corretamente.

Fique com Deus


Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

Eu Indico, pois são muito bons!!!

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Ricardo Fabris

1 de dez de 2008

Parábola da Rosa: Existe uma dentro de você.

Um homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente.

Antes que ela desabrochasse, ele a examinou e viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou,

"Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?"

Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa e antes mesmo de estar pronta para desabrochar, ela morreu.


Assim é com muitas pessoas.

Dentro de cada alma há uma rosa:

Sao as qualidades dadas por Deus.

Dentro de cada alma temos também os espinhos:

São as nossas faltas.

Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.

Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior.

Nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e consequentemente, isso morre.

Nunca percebemos o nosso potencial.

Algumas pessoas nao vêem a rosa dentro delas mesmas.

Portanto alguém mais deve mostrar a elas.

Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.

Esta é a característica do amor.

Olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.

Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.

Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus próprios espinhos.

Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.

Portanto Sorriam e descubram as rosas que existe dentro de cada um de vocês e das pessoas que amam...

Autor desconhecido

Olhe para o Alvo e siga em frente.

Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras.

A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.

Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, vinha outro solavanco e... tudo se desarrumava de novo.

Então ele começou a ficar desanimado e pensou: "jamais vou conseguir terminar minha viagem!

É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!".

Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.

Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.

Assim também é a nossa vida: quando paramos demais para olhar os problemas, perdemos tempo e nos distanciamos das nossas metas.

Autor desconhecido

Trazendo para a obra de Deus este motivacional, nos faz observar que quando olhamos para as pessoas que estão nos julgando, que estão nos apontando, que estão querendo nos derrubar, que estão com inveja de nós, que estão fazendo fofoca de nós, etc. Acabamos perdendo tempo de atingir o alvo que é o Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Portanto, ainda que tudo isso esta te machucando, faça como diz no Salmo 37:4 que dia assim: “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração”.

Ricardo Fabris.

Deus não te ama pelos méritos, e sim pelo que é.

Havia um médico em uma pequena cidade que era querido e aclamado por todos que ali moravam. Sempre de prontidão para qualquer emergência a qualquer hora do dia. Cuidou dos feridos, dos doentes e salvou várias vidas a beira da morte. Às vezes devido à condição do paciente, não cobrava consulta. E ele gostava daquela condição que havia adquirido diante dos homens.

Num dia ensolarado o Dr. prontidão, resolveu sair com sua família num passeio que há muitos anos não fazia devido a tanto trabalho. Ao entardecer caiu uma chuva muito forte e ele e sua família ficou presa na estrada, pois as árvores que caíram impedia sua passagem. E seu celular acabou caindo no lamaçal que se criou ali. Ao passar a tempestade, conseguiu retornar para pacata cidade. E para sua surpresa, foi recebido com indiferença pelos moradores. Pois a filha do prefeito teve febre e ele não estava lá para cuidar cessar a febre dela.

Ele foi humilhado diante daquela gente e expulso da cidade. Então sem entender porque tamanha indiferença resolveu buscar a Deus, o verdadeiro amigo. O Senhor que olha com olhar de misericórdia. Aquele médico dedicado foi honrado por Deus. Passou a chefiar uma equipe grande. Então ele entendeu que para os homens, se vale o enquanto você pode dar e Deus nos ama pelo que somos de verdade.

Deus não te ama pelos méritos que você possui e sim pela sinceridade do seu coração.

Autor Desconhecido.

28 de nov de 2008

As 12 Tribos de Israel (Tribo de Issacar)

Issacar.

Issachar/Yissachar em hebreu: יִשָּׂשׁכָר "(Recompensa”) De acordo com o Livro de Gênesis, um filho de Jacó e Lea (o quinto filho de Lea, e o nono filho de Jacó), e o fundador da Tribo Israelita de Issacar; O texto do Torah dá duas etimologias diferentes para o nome de Issacar que atribuem a fontes diferentes - um para o Yahwist e o outro ao Elohist; o primeiro ser que deriva de sakar de ish, que significa acordo, ou contrato, em referência para o acordo de Lea para coabitar com Jacó pelo preço de algumas mandágoras; o segundo ser que deriva de sakar de yesh, enquanto significando há uma recompensa, em referência para a opinião de Lea quanto ao nascimento de Issacar, era uma recompensa divina por emprestar a sua criada Zilpa a Jacó. A explicação anterior para ser o mais provável nome para uma tribo, entretanto há uma terceira etimologia - que deriva de ish Sokar, enquanto significando o homem de Sokar, em referência para a tribo originalmente Sokar adorador.

A Tribo de Issacar

Censo

Na época da migração para o Egito, enquanto José ainda estava regendo o Egito, são relacionados quatro filhos de Issacar; estes filhos fundaram as quatro principais famílias da tribo (Gn 46:13; Nm 26:23-25; 1 Cr 7:1). o número de homens de guerra, quando o censo foi levantado no Sinai, era de 54.400, e pela ordem era a quinto tribo (Nm 1:28-29); no segundo censo o número tinha aumentado para 64.300 o que a colocou em terceiro (Nm 26:25). No tempo de Davi foram contados 87.000 (1 Cr 7:5).

Posição.

Issacar estava no lado oriental do Tabernáculo, com os seus irmãos Judá e Zebulom (Nm 2:3-8)

Estandarte.

O lugar de Issacar no acampamento era com o estandarte da tribo de Judá (junto com Zebulom) os rabinos de . Os rabinos dizem que este estandarte era de 3 cores, sárdio, topázio e carbúnculo no qual foi inscrito os nomes das 3 tribos e traz a figura do filhote de um leão (Tg, pseudo. Jon. em Nm 2:3).

Viajando.

"Todos os que foram contados do exército de Judá (Issacar e Zebulom), cento e oitenta e seis mil e quatrocentos, segundo os seus esquadrões, estes marcharão primeiro." (Num 2:16).

Representantes.

Neste momento o capitão da tribo era Natanael o filho de Zuar (Nm 1:8). Ele teve como sucessor Jigeal o filho de José que foi como um dos espias (Nm 13:7)

Notas interessantes.

Apesar de sua reputação por buscar conforto, a tribo lutou corajosamente contra Sísera (Jz. 5:15). Moisés profetizou uma vida quieta e feliz para Issacar (Dt. 33:18). Paltiel (Nm 34:26), o juiz Tola (Jz. 10:1), Rei Baasa (I Rs 15:27), e Onri (1 Cr. 27:18) eram todos desta tribo. Conforme Jacó abençoou, a tribo de Issacar mostrou uma perspicácia incomum em situações políticas. A tribo trocou a submissão a Saul por Davi (1 Cr 12:32). embora a tribo era integrante do Reino Do norte, seus integrantes participaram da Páscoa celebrada por Ezequias em Judá (2 Cr. 30:18).

A Divisão de Terra.

O território dividido a esta tribo foi conforntado ao norte por Zebulom e Naftali, no sul e ao ocidente por Manassés, e no leste pelo Rio Jordão (Js 19:17-23). A maioria do Vale fértil de Jezreel, ou Esdraelom, estava dentro do território de Issacar. Suas planícies férteis, planas eram bem apropriado para a criação de gado.

Símbolo da tribo de Issacar



Fonte de Estudo: Wikipedia

Ricardo Fabris.

27 de nov de 2008

As 12 Tribos de Israel (Tribo de Zebulom)

Zebulom.

Zebulom (também Zabulom, hebraico: זְבֻלוּן ou זְבוּלֻן ou זְבוּלוּן , hebraico: Zəḇūlūn, Zəvulun "dádiva") foi um dos doze filhos de Jacó, (o sexto de sua mulher Lea) e o fundador da Tribo de Zebulom. (Gênesis 46:14, Números 26:26).

Nome e origem

O significado do nome Zebulom é incerto. Parecer ser um jogo com "זֵ֣בֶד zḗḇeḏ" nas palavras de Lia no Gênesis 30:20, "'Deus me concedeu (זְבָדַ֨נִי zəḇāḏáni) excelente dote (זֵ֣בֶד zḗḇeḏ); desta vez permanecerá comigo meu marido (יִזְבְּלֵ֣נִי yizbəlḗni), porque lhe dei seis filhos;' e lhe chamou Zebulom".
O nome aparece na forma זְבֻלוּן dezoito vezes, זְבוּלֻן vinte e seis vezes e זְבוּלוּן uma vez. (Septuaginta) Na literatura pós bíblica o nome aparece como Zabulom (Josephus, Antiquities II.7.4) e Zaboules. (Vulgata) Zabulom, a leitura do Novo Testamento, é aquela da Septuaginta, originada da forma grega Ζαβουλών.
Nada é conhecido, em particular, a respeito de Zebulom, exceto que Serede, Elom e Jaleel foram seus filhos e chefes de três famílias tribais (Gênesis 46:14).


História da tribo

A Tribo de Zebulom desempenhou um importante papel na história antiga de Israel. No censo das tribos no Deserto do Sinai durante o segundo ano do Êxodo, a tribo de Zebulom contava com 57.400 homens capazes de pegar em armas (Números 1:31). Este exército, sob o comando de Eliabe, filho de Helom, acamparam com os de Judá e de Issacar a leste do Tabernáculo e com eles formaram a linha de frente da marcha (Números 2:3-9). Dentre os espiões enviados por Moisés para avistarem a terra de Canaã, Gadiel, filho de Sodi representou Zebulom (Números 13:10).
Em Shittim, nas terras dos moabitas, depois que 24.000 homens foram mortos por seus crimes, um segundo censo foi realizado; Zabulom contava com 60.500 homens prontos para a luta (Números 26:27). Elizafã, filho de Parna foi escolhido para representar Zebulom na divisão da Terra Prometida (Números 34:25).
A tribo parece ter conquistado facilmente a sua porção. Durante o governo de Josué ela não recebe nenhuma menção especial. Enquanto que no governo dos juízes, as suas façanhas foram dígnas de nota. No Cântico de Débora, a tribo foi especialmente citada como tendo "oferecido suas vidas para morrer na região de Merom", (Juízes 5:18); e louvados porque de "Zebulom vieram os comandantes do exército para a luta" (Juízes 5:14).
Na campanha de Baraque contra Sísera, o comandante das forças de Jabim, Rei de Canaã, participam também os filhos de Zebulom (Juízes 4:10). Eles são convocados por Gideão e se juntam no combate aos midianitas (Juízes 6:35); e deu a Israel Elom, que a julgou por dez anos (Juízes 12:11). Dentre aqueles que seguiram David até Hebrom para fazê-lo rei, estavam 50.000 homens de Zebulom providos com todas as armas de guerra com ânimo resoluto (I Crônicas 12:33), que trouxeram com eles, como sinal de sua fidelidade, grande quantidade de provisões de carnes e bebidas para comemorarem a ascensão de seu novo governante (I Crônicas 12:41). Quando Ezequias fez a reparação pelas abominações de seu pai Acaz, ele convidou toda Israel para celebrarem o Pessach na casa do Senhor. Porém, os emissários receberam risos e zombarias por onde passaram; alguns de Zebulom se humilharam e foram a Jerusalém, destruíram os ídolos, e celebraram a festa dos pães ázimos (II Crônicas 30:10-23).


As divisões da terra

Nas divisões da terra de Israel entre as sete tribos, a de Zabulom foi a terceira a receber sua parte. O território da tribo começava em Saride (Josué 19:10), que supostamente deva ter sido Tel Shadud,[1] cerca de cinco milhas a sudoeste de Nazaré. As fronteiras de Zabulom não podem ser atualmente estabelecidas. Dos dezenove nomes próprios que constam do Livro de Josué, apenas Belém (Beit lahm, sete milhas a noroeste de Nazaré) pode ser identificado com precisão. O historiador Josephus atribui a Zebulom a terra próxima ao Monte Carmelo e o mar Mediterrâneo, até o Lago de Genesaré.[2] A noroeste está a Tribo de Aser, a sudeste a Tribo de Issacar. Incluindo parte do Vale de Jezreel.
A referência em Deuteronômio 33.19, "chuparão a abundância dos mares e os tesouros escondidos da areia" tem sido interpretada no sentido de entregar-se mais tarde a respectiva tribo ao comércio, à pesca e à fundição de metais e do vidro. O rio Belo, cuja areia se adaptava à fabricação do vidro, corre no território de Zebulom. As "saídas", a que se refere o vers. 18 do cap. 33 do Deuteronômio, são as da planície do Aca; e o monte a que se refere o vers. 19 é a eminência sagrada do Tabor, que Zebulom havia de repartir com Issacar. O "caminho do mar" (Is 9.1), a grande estrada de Damasco ao Mediterrâneo, atravessava uma boa parte do território de Zebulom e devia ter o seu povo em comunicação com os negociantes da Síria, Fenícia e Egito.
Dentro do território de Zebulom, Cristo foi educado, e fez e disse muito do que é narrado nos Evangelhos, especialmente sinópticos, a cerca de Seu ministério na Galiléia.


Símbolo da Tribo de Zebulom

Fonte de Estudo: Wikipedia

Ricardo Fabris.

24 de nov de 2008

As 12 Tribos de Israel. (Tribo de Judá)

Judá.

Filho de Jacó.

A história do homem chamado Judá, filho de Jacó, restringe-se ao relato bíblico e às fontes tradicionais do judaísmo. Era o quarto filho de Jacó e de Léa, e a raíz
hebráica de seu nome, Yah hu Dah, é uma expressão de agradecimento a Deus. Judá teve participação na trama que visava o desaparecimento de seu meio-irmão mais novo José.
Mais tarde, Judá e seus irmãos foram ao Egito pedir alimento durante um período de 7 anos de escassez. Seu irmão, Simeão, foi mantido cativo pelo admnistrador daquele país (secretamente, o próprio José), e os demais irmãos se viram obrigados a levar em sua presença seu irmão mais moço, Benjamin. Após estes eventos, os 12 irmãos reuniram-se em paz novamente, e juntamente com seu pai Jacó, tomaram residência na margem leste do delta do Rio Nilo.
Antes de morrer, Jacó abençoou cada um de seus filhos. Acerca de Judá, Jacó lhe prometeu que seus irmãos lhe prestariam homenagem, e que o cetro não se arredaria de sua mão, e o legislador não se apartaria de seus pés, predizendo assim o destino da descendência de Judá sobre todo Israel.
O primeiro livro de Crônicas relata que Judá casou-se com Suá, e teve 3 filhos: Er, Onã e Selá, dos quais Er e Onã vieram a falecer. Mais tarde, Judá teve mais dois filhos com sua nora Tamar: Perez e Zerá. É dito que, a partir destes descendentes, formou-se a tribo de Judá.
Importante ressaltar que o termo judeu origina-se da tribo de Judá, sendo a única tribo de Israel que foi preservada da descaracterização depois da invasão dos assírios. Enquanto as demais tribos foram forçadamente miscigenadas com os povos pagãos, os descendentes de Judá, preservaram suas tradições durante o exílio babilônico. Assim, pode-se dizer que nem todos os israelitas primitivos poderiam ser considerados judeus no sentido étnico.

Tribo de Judá.

Segundo teólogos e alguns historiadores, por volta do século XV a.C. ocorreu o Êxodo dos hebreus do Egipto para a terra de Canaã. A narração do livro do Êxodo descreve esta época, e posiciona a tribo de Judá como a mais numerosa de todas as tribos de Israel (desconsiderando-se a tribo de José, tradicionalmente dividida entre as meia-tribos de Efraim e Manassés).

Em Números 1:24-25 contam-se 74600 integrantes desta tribo, refletindo a sua importância no contexto da congregação israelita no seu princípio. Entretanto, este número pode ter sido mascarado pelo fato do relato bíblico acerca do Êxodo ter sido compilado muito tempo depois, talvez já no período final dos Juízes ou na monarquia unificada, quando Judá já era uma entidade de certa forma destacada do restante das tribos de Israel. De toda forma, apesar da discussão sobre se todas as tribos emigraram do Egito ou se eram populações autóctones da Palestina que, em dado momento, invadiram e povoaram a Palestina, é opinião da maioria que Judá, juntamente com Levi, Efraim, Manassés, Benjamim e Simeão, teriam sido as tribos que vieram do Egito.

A conquista de Canaã foi, aparentemente, constituída de invasões independentes de cada uma das tribos a territórios pré-estabelecidos. A Judá coube uma região ao sul, entre o deserto de Negueve e o Sefelá, o maior dos territórios partilhados. Cidades importantes, como Belém, Hebrom, Arade, Bete-Semes, Laquis e Berseba foram incluídas nos seus domínios. A tribo de Simeão, inicialmente posicionada ao sul de Judá, pode ter sido eventualmente absorvida por esta, visto que sua localização (e sua própria identidade) se torna gradativamente mais incerta ao longo do Velho Testamento, mas há hipóteses de que Simeão tenha sido também absorvida por povos vizinhos, especialmente Moabe.

A partir do livro de Rute, os cronistas bíblicos procuram traçar uma genealogia baseada na cidade de Belém, desde Judá até o rei Davi, fazendo com que as palavras de Jacó sobre Judá se tornassem concretas, e sua dinastia se afirmasse como aquela designada por Deus para governar Israel. Profetas posteriores, especialmente durante a primeira diáspora, prediziam que um rei da linhagem de Davi viria para salvar Judá das mãos de seus inimigos. Mais tarde, no Novo Testamento, os cronistas empenham-se em atribuir a Jesus descendência direta da Casa de Davi, mais uma vez corroborando com a bênção de Jacó, uma vez que Jesus, para toda a cristandade, é rei sobre todos os homens.

No entanto, politicamente, Israel já não se identificava com as demais tribos no período relatado nos livros de Samuel. O profeta Samuel, por volta de 1050 a.C., teria ungido Saul, da tribo de Benjamim, como rei de todo Israel. Surpreendentemente, a soberania de Saul se afirmou em todas as tribos de maneira geral, e ele pôde assim empreender guerras contra os Filisteus a oeste. Mas logo alguns eventos associados ao pecado e à ira de Deus fizeram com que Saul perdesse gradativamente o controle sobre esta guerra, e Davi, de Judá, ungido também por Samuel, tomou o poder.

A separação de Judá e Israel ocorre na própria coroação de David, em Hebrom, como rei de Judá, enquanto Isbosete, filho de Saul, era aclamado rei do restante de Israel. Após um período de guerra civil, Davi venceu os partidários da Casa de Saul e foi aclamado como rei por todas as tribos.

O reinado de Judá sobre as outras tribos durou até o final do reinado de Salomão, filho de Davi, em 931 a.C. Neste período, as diferenças políticas entre Judá e Israel acentuaram-se graças às diferenças no montante de tributos destinados a Judá e Israel. Em um período de grandes obras, como as guerras expansionistas de Davi e a construção do Templo de Jerusalém, a carga de impostos deve ter provocado um profundo descontentamento em Israel. A morte de Salomão significou uma oportunidade para uma revolta contra o governo de Jerusalém, liderada por Jeroboão, que proclamou a independência das 10 tribos do norte (Judá e Benjamim permaneceram unidas. Simeão não era mais particularmente mencionada como uma região geográfica, e é possível que fizesse parte das 10 tribos apenas como membros desta tribo dispersos pelas terras do norte). O território correspondente a Judá e Benjamim, ao sul, permaneceu como um reino à parte, liderado por Roboão, filho de Salomão e seus descendentes. Nascia o Reino de Judá.

Simbolo da Tribo de Judá.


Fonte de Estudo: Wikipédia.

Ricardo Fabris.

As 12 Tribos de Israel. (Tribo de Levi)

Levi.

Nome Levi.

Levi (hebreu: לֵוִי "devoto, unido"), de acordo com a Bíblia, é o nome de um dos 12 filhos de Jacó e uma das 12 Tribos de Israel. Levi também é o nome pelo qual o Apóstolo Mateus era conhecido antes de seu encontro com Jesus, assim como o nome de um dos ancestrais da linhagem de Jesus e outros personagens menores listados em diversas linhagens.

Levi Filho de Jacó.

Levi era o terceiro filho da união de Jacó e Lia, irmão de Rúben, Simeão e Judá. Quanto à sua vida, sabe-se apenas que nasceu na mesopotâmia e que participou da conspiração de seus irmãos contra José, esteve presente em sua reconciliação. Levi veio a viver junto com seus irmãos na margem leste do delta do Rio Nilo. Seu pai, antes de morrer, abençoou Levi juntamente com Simeão, prometendo que sua casa seria espalhada pela Terra Prometida, condenando seu furor e sua ira.
Levi teve 3 filhos, dos quais nasceram as famílias da tribo de Levi: Gérson, Coate e Merari. Da linhagem de Coate nasceram Moisés e Arão.
Os descendentes de Levi formam a Tribo de Levi.

Tribo de Levi

Teorias acerca da tribo.

Aos que crêem nas Escrituras, é inegável que Levi tenha sido uma tribo como as outras, separada porém por Deus para exercer o sacerdócio. Entretanto, a situação da tribo no momento em que o Pentateuco teria sido escrito, bem como sua posição na sociedade judaica após o exílio na Babilônia geram discussão entre estudiosos.
Alguns acreditam que Levi tenha sido uma das tribos que teria fugido do Egito, e ao chegar a Canaã teriam se aliado a outras tribos hebraicas autóctones, e, após a organização destas tribos e sua fusão em uma só nação, os levitas teriam sido designados ao sacerdócio.
Outra corrente acredita que os levitas teriam sido uma casta à parte do sistema tribal existente, uma elite com poderes políticos originados de sua relação de exclusividade com Deus. Essa não era uma postura incomum no Oriente Médio antigo ou em outras regiões, e observava-se a existência de classes sacerdotais rígidas na Mesopotâmia e na Índia fundamentadas no direito exclusivo destas classes em interferir junto a Deus pela ordem de suas sociedades.

Levi na era pré-monárquica

A tribo de Levi assume grande importância na história de Israel desde seu princípio. Em Êxodo, os personagens de Moisés e Arão são membros desta tribo, e lideram todo o povo de Israel mantido em regime de servidão no Egito, rumo à terra de Canaã. Moisés se tornou líder espiritual e legislador de toda a nação durante sua peregrinação no deserto, e teria recebido de Deus as tábuas com os Dez Mandamentos, além de instruções acerca das leis e das normas de conduta que norteariam a nação israelita pelos séculos seguintes.
Moisés também nomeou seu irmão Arão como sumo-sacerdote, e designou seus descendentes, e apenas seus descendentes, como aqueles que teriam a permissão de realizar sacrifícios e adentrar o tabernáculo, e entrar em presença à Arca da Aliança. Suas funções sacerdotais eram intransferíveis, e, segundo consta, outros que tentaram exercer as funções dos levitas foram punidos por Deus.
Quando da conquista de Canaã, a tribo de Levi foi a única a não receber parte da terra, um território específico e delimitado. Ao contrário, os levitas receberam cidades isoladas, situadas nas regiões de todas as outras tribos.
A Arca da Aliança esteve sob os cuidados dos levitas até que um ataque filisteu resultou em sua captura. Os filisteus, entretanto, permitiram que israelitas a levassem de volta, e ficou sob os cuidados dos levitas no tabernáculo da cidade de Siló até que Davi ordenou que a trouxessem para Jerusalém.
O livro de Juízes conta como a esposa de um levita fora violentada por homens da tribo de Benjamim. Em face da complacência dos benjamitas, as outras tribos se revoltaram e, após uma guerra civil, quase dizimaram a tribo de Benjamim.

Período monárquico, intervenção de Davi

Pouco depois, apoiado pelo sacerdote levita e profeta Samuel, Saul ascendeu ao poder como primeiro rei de Israel. Guerras contínuas e derrotas enfraqueceram Saul, e após sua morte, Davi, também com o apoio de Samuel, foi coroado em seu lugar.
Davi era da tribo de Judá, e como tal, era proibido de exercer qualquer atividade sacerdotal. Entretanto, Davi aparentemente possuía habilidades proféticas, e Deus lhe teria assegurado o direito de ser rei e sacerdote de seu povo. Seu posto foi confirmado após realizar, com sucesso, um sacrifício a Deus sem a punição esperada pelos levitas. Os judeus, posteriormente, usariam este evento como justificativa para ordenar sacerdotes em meio ao seu próprio povo.
A ascensão de Davi abalou a estrutura existente, e a partir deste evento, não era mais vedado à tribo de Levi os cuidados com sacrifícios, embora tivessem mantido exclusividade nos cuidados com o Tabernáculo e com o Grande Templo.

Levi e a divisão do reino

Quando Israel tornou-se independente de Judá, dizia-se que o novo reino era representado pelas "10 tribos do norte". As 2 tribos do sul eram Judá e Benjamim (onde ficava Jerusalém), portanto Levi deve ter sido contado como uma das 10 restantes. Entretanto, os levitas continuaram a exercer suas funções junto ao Templo, no reino de Judá. Talvez os levitas não ordenados como sacerdotes tenham se unido às demais tribos na revolta contra Jerusalém.

O declínio dos levitas

De qualquer forma, é nítido deste ponto em diante no relato bíblico a infreqüência de menções aos levitas fora do contexto do Templo, o que pode significar que sua influência tenha sido reduzida através da concentração de poder nas mãos dos reis de Judá. Entretanto, os levitas mantiveram importância junto ao povo, e especializaram-se, criando diversas classes internas derivadas de suas funções no Templo.
Em relação a Israel, visto como são citados constantemente atos religiosos não relacionados ao culto a Yahueh (em vez disso, cultos semelhantes aos dos povos fenícios, arameus e assírios circundantes de Israel), é possível que os levitas e seus sacerdotes, assim como as leis mosaicas que defendiam, tivessem perdido muito de sua influência sobre o povo e a nobreza.
Quando Nabucodonosor, rei da Babilônia, conquistou Judá, os levitas praticamente desaparecem do relato bíblico, vindo a ser mencionados apenas quando o Templo foi reconstruído, sob o comando de Neemias. Desde o período de exílio, todos os membros da nação escolhida por Deus passaram a ser chamados judeus, devido a serem, nominalmente, membros da tribo de Judá, inclusive qualquer levita que tenha sobrevivido à invasão babilônica. É portanto incerto se os levitas citados no período do Segundo Templo tivessem sido descendentes de Arão, como seria de se supor, e talvez tenham sido judeus nomeados entre o povo para exercerem funções sacerdotais.
A queda dos levitas como classe sacerdotal tornou-se evidente com o surgimento de sinagogas, onde as leis e os costumes, bem como as normas de conduta de um sacerdote, eram ensinados a todos nas comunidades judaicas, e não mais exclusivas àqueles designados para tal pela Lei de Moisés. Jesus Cristo reivindica para si autoridade sacerdotal baseado nos atos de Davi, de quem teria sido descendente. Hoje, qualquer judeu pode ser ordenado rabino após um período de estudos da lei judaica.

Símbolo da Tribo de Levi


Fonte de Estudo: Wikipédia

Ricardo Fabris.

As 12 Tribos de Israel. (Tribo de Simeão)

Simeão.

Simeon (em Hebraico שִׁמְעוֹן Shim'on), era o segundo filho de Jacó e Léia (Gen.29;33), sua significação e citada em (Gen.29;33 - E concebeu outra vez, e deu à luz um filho, dizendo: “Porquanto o SENHOR ouviu que eu era desprezada, e deu-me também este”. E chamou-o Simeão. ). Simeão tomou parte, juntamente com Levi, do massacre dos homens de Síquem, depois da desonra sofrida por sua irmã, Diná (Gen.34)

"Esta é uma das tribos que não conseguimos dentro da palavra de Deus muitas informações, mas somente para lembrarmos dela e aprendermos que foi o seu líder, ou seja, Simeão."

Fonte de Estudo: Wikipédia

Pregador Ricardo Fabris - Ministério Seja Mais Que Vencedor

As 12 Tribos de Israel. (Tribo de Rúben)

Rúben.

Rúben era o primogênito dos 12 filhos de Jacó, neto de Isaac. Sua mãe era a esposa menos favorecida de Jacó, Léia, que chamou o menino de Rubem porque, segundo ela mesma disse, “Jeová tem olhado para a minha miséria, sendo que agora meu esposo começará a amar-me”. (Gên 29:30-32[1]; 35:23; 46:8; Êx 1:1, 2; 1Cr 2:1).

Em resultado do contínuo favor que Jeová mostrou a sua mãe, Rubem e seus cinco irmãos germanos (Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zebulão) constituíram metade dos cabeças tribais originais de Israel; os outros seis (José, Benjamim, Dã, Naftali, Gade e Aser) eram meios-irmãos de Rubem. — Gên 35:23-26.

Algumas das boas qualidades de Rubem revelaram-se quando persuadiu seus nove irmãos a lançar José num poço seco, em vez de matá-lo, sendo o objetivo de Rubem retornar em secreto e tirá-lo do poço. (Gên 37:18-30) Mais de 20 anos depois, quando estes mesmos irmãos arrazoaram que as acusações de espionagem levantadas contra eles, no Egito, se deviam a terem maltratado José, Rubem lembrou aos demais que ele não tinha participado no complô contra a vida de José. (Gên 42:9-14, 21, 22) Também, quando Jacó se recusou a permitir que Benjamim acompanhasse seus irmãos na segunda viagem ao Egito, foi Rubem quem ofereceu os seus próprios dois filhos como garantia, dizendo: “Podem ser mortos por ti se [eu] não to trouxer [isto é, Benjamim] de volta.” — Gên 42:37.

Como primogênito de Jacó, Rubem gozava naturalmente dos direitos do filho primogênito da família. Como tal, tinha direito de receber duas parcelas dos bens deixados por Jacó, seu pai. A questão, pouco antes da morte de Jacó, quando ele abençoou seus filhos, era: entraria Rubem no gozo desses direitos de primogênito?

Também, o patriarca Jacó, como cabeça da família, havia atuado como sacerdote de Jeová para toda a família e oferecido sacrifícios no altar familiar, bem como tinha liderado em orar e dar instrução religiosa. Como pai, agira também como o governador de toda a família e de todos os seus servos, gado e propriedades. Seriam essas responsabilidades repassadas a Rubem? As respostas encontramos em Gên 49:3-4 “Rubem, tu és meu primogênito, minha força e o princípio de meu vigor, o mais excelente em alteza e o mais excelente em poder.Impetuoso como a água, não serás o mais excelente, porquanto subiste ao leito de teu pai. Então o contaminaste; subiu à minha cama.”

Rubem deveria ter recebido a bênção mais importante porque ele era o primogênito. Porém ele contaminou o leito de seu pai quando ele “dormiu com Bila, amante de seu pai” (Gên 35:22). Por isso, ele perdeu os direitos de primogênito e sua descendência tornou-se um povo pastor de ovelhas, habitando a leste do Rio Jordão (Nm 32:1-33).

Símbolo da Tribo de Rúben.


Fonte de Estudo: Wikipédia

Ricardo Fabris .

As 12 Tribos de Israel.

Em Gênesis 46:8-27 nós lemos sobre as 12 tribos de Israel.
Por esse motivo é que vamos começar a estudar sobre cada tribo para que possamos crescer na Sabedoria e no Conhecimento.

Vamos Começar!!!

O livro de Gênesis conta da descendência do patriarca Jacó, mais tarde batizado por Deus como Israel, e de suas duas mulheres e duas concubinas. Jacó teve ao todo 12 filhos, cujos nomes estão acima citados. Neste momento da narrativa, o cronista bíblico concentra-se no relato da história de José, de como ele foi separado de seus irmãos, como obteve importância política no Egito, e de como voltou a reunir sua família. A narração conta também que os 12 filhos de Jacó e suas famílias e criados obtiveram permissão para habitar a fértil região oriental do Delta do Nilo, onde teriam se multiplicado grandemente. Cada uma das 12 famílias teria mantido uma individualidade cultural, de forma que se identificassem entre si como tribos separadas. A narrativa ainda destaca que José teve 2 filhos, Manassés e Efraim, e seus descendentes seriam elevados ao status de tribos independentes, embora fossem sempre referidos como meio-tribos (encerrando um número fixo de 12 tribos). Ao final de Gênesis, Jacó, em sua velhice, abençoa a cada um de seus filhos, prenunciando o destino que aguardavam os seus descendentes no futuro.
Em Êxodo, a Bíblia conta como Moisés, membro da tribo de Levi, e seu irmão Arão, lideraram os hebreus das 12 tribos em sua fuga do Egito. Durante a narrativa, as tribos são contadas, e seus líderes e representantes são nomeados, demonstrando um forte senso de individualidade entre as tribos e as meio-tribos de José. À tribo de Levi são designadas as tarefas sacerdotais e os direitos e deveres diferenciados que estas tarefas implicavam. As demais mantiveram-se com os mesmos direitos e obrigações, embora, através do número de membros, algumas tribos já pudessem gozar de alguma superioridade política.

Hipóteses Históricas.

Para judeus e cristãos, não há dúvidas da veracidade do relato bíblico, e há pouco o que se discutir sobre a origem das Tribos de Israel fora do contexto bíblico.
No entanto, arqueólogos, historiadores e estudiosos da Bíblia argumentam sobre a origem das tribos.
Há teorias que sugerem que apenas algumas das tribos teriam realmente saído do Egito, e se fixado por alguns anos no entorno de Canaã, onde teriam encontrado outras tribos de origem hebraica autóctones da região. Sua afinidade lingüística e racial, em contraste com as diferenças encontradas nos vizinhos cananeus teria encorajado as tribos a agirem em regime de coexistência, e em algumas vezes, de cooperação, o que teria favorecido a conquista de Canaã (uma miríade de cidades-estado e pequenos reinos independentes) pelos hebreus. Neste caso, as tribos do Êxodo teriam sido aquelas de maior destaque na narrativa bíblica, ou seja, Judá, Levi, Simeão, Benjamim, e as meio-tribos de Efraim e Manassés, o que enfraqueceria toda a base histórica da narrativa do Êxodo. Já os arqueólogos notam que não há vestígios concretos da passagem de um povo, estimado em mais de 600000 pessoas, por 40 anos pelo deserto entre o Egito e a Palestina. Assim, a narrativa de Gênesis e Êxodo não tem uma base histórica, embora alguns pontos pudessem ter sido moldados para justificar com raízes familiares a união das 12 tribos.

As Tribos Como Unidades Geográficas.

Moisés liderou as 12 tribos pelo deserto da Península do Sinai, e seu sucessor Josué tomou para si a tarefa de coordenar a tomada de Canaã. Para que ocorresse de forma ordenada, a terra de Canaã foi dividida entre cada uma das tribos e meias-tribos, que se encarregaram de conquistá-las, na maior parte dos casos sem o auxílio das demais. Uma das tribos, a de Levi, não recebeu uma porção territorial fixa, mas sim algumas cidades distribuídas por toda a Palestina.
O território de algumas das tribos, como Simeão e Aser, correspondiam a áreas mais tarde dominadas por filisteus e fenícios, respectivamente. Após a narrativa da conquista de Canaã, os relatos acerca destas tribos se tornam confusos, e as suas referências geográficas são praticamente inexistentes, ou inconsistentes, dando a entender que essas tribos deixaram de existir geograficamente, e seu povo foi absorvido ou por povos estrangeiros, ou por outras tribos israelitas, ou por ambos, embora ainda fossem contados como parte das 12 tribos.
A tribo de Dã é outro exemplo de mudança ao longo da Bíblia. Inicialmente, Dã é posicionada na metade sul da Palestina, em um pequeno território posteriormente conquistado pelos filisteus. Mas ao contrário de Simeão e Aser, o território de Dã continuou existindo, mas muito mais ao norte, ao redor da cidade de mesmo nome. Algumas interpretações colocam que Dã havia sido alocada desde o princípio em dois territórios disjuntos.
A meia-tribo de Manassés ocupou um vasto território nos dois lados do Rio Jordão, do Mediterrâneo até a Síria, próximo a Damasco. Efraim foi posicionada na região central, incluindo as importantes cidades de Siló, Gilgal e Betel, cuja importância remete às histórias dos Patriarcas. Benjamim recebeu um territótio pequeno ao sul de Efraim, porém incluindo cidades importantes, como Gibeá, Jericó e Jerusalém. Judá posicionou-se num vasto território montanhoso e fértil ao sul, entre o Mar Morto e o Mediterrâneo, tendo Hebrom e Belém como cidades mais importantes. As demais tribos receberam territórios pequenos, ou com pequena importância na narrativa bíblica subseqüente.

Período Monárquico - União Política.

As tribos mantiveram certa estabilidade, independência e equilíbrio político durante o Período dos Juizes, visto que são relatados feitos notáveis de herdeiros da maior parte das tribos, sem particular destaque a nenhuma delas. Mas no final do século XI a.C., com o início do período monárquico e a coroação de Saul, as tribos se uniram pela primeira vez sob um único líder.
Entretanto, apesar da identidade racial, lingüística e religiosa, e das histórias que as uniam desde a sua criação, aparentemente havia uma certa cisão entre a tribo de Judá e as demais, visto que o profeta Samuel refere-se algumas vezes a Israel e Judá como entidades independentes unidas apenas por um contexto histórico. O rei Saul pertencia à tribo de Benjamim, e adiquiriu inicialmente a simpatia de todas as tribos, mas um movimento em Judá, liderado por Davi e apoiado pelos filisteus, terminou por vencer Saul. Davi foi coroado em Hebrom rei de Judá, enquanto o restante de Israel deveu lealdade ao filho de Saul, Isbosete. Houve uma guerra civil, com vitória de Davi. Ao poupar a Casa de Saul, Davi ganhou popularidade, e após vários feitos militares contra povos estrangeiros, viu as 12 tribos se unirem firmemente sob seu cetro. Seu filho, Salomão, manteve sua autoridade sobre toda a Palestina até sua morte.
Apesar desta união política, a própria narrativa deste período faz transparecer as profundas diferenças políticas e mesmo culturais entre Judá (e ao final do reinado de Salomão, também de Benjamim, já que os reis de Judá reinaram em Jerusalém, cidade benjaminita) e as demais tribos. Uma diferença marcante na carga de impostos aplicados a Judá e às outras tribos, favorecendo a primeira, principalmente numa época de constante expansão territorial e grandes obras, foi o estopim para a desunião que se seguiu.

Israel Dividida.

Com a morte de Salomão, uma facção liderada por Jeroboão viu nesta uma oportunidade para resgatar Israel do poderio de Judá. A aclamação de Jeroboão significou a divisão indissolúvel entre Judá (e Benjamim) e as demais 10 tribos, uma vez que o filho de Salomão, Roboão, foi confirmado rei em Jerusalém. Formou-se assim os reinos de Judá, ao sul, com sede em Jerusalém, e Israel, ao norte, com capital em Samaria.
Neste período, as tribos de Judá e Benjamim aparecem quase inteiramente fundidas entre si (ou seja, as referências a Benjamim desaparecem, embora seu território e suas cidades estivessem no coração do território de Judá), e o mesmo acontece com as outras 10 tribos do norte. Dentre as tribos do norte, ainda se observa traços de individualidade na meia-tribo de Manassés, mas de maneira geral não há mais distinção física ou cultural entre elas. A partir deste momento, as 12 Tribos de Israel passaram a ser uma alegoria, referindo-se ao seu estágio original de união em nome de Deus, representando o ideal do povo hebreu, especialmente no Novo Testamento, e não mais entidades políticas diversas.
De qualquer modo é possível que o sistema de tribos tenha permanecido, mesmo que apenas ao nível familiar devido à tradição de traçar genealogias, remetendo indivíduos aos filhos de Jacó. O reino teve início com Roboão, que era filho de Salomão e durou o periodo de 209 anos.Ele foi dividido por volta de 931 A.C e permaneceu assim ate o ano de 722 A.C. Neste reino dividido temos:o REINO NORTE também chamado de ISRAEL que foi formado pelas 10 tribos: Rúben, Issacar, Zebulom,Dã,nafitali, Gade, Aser, Efraim, Manasses, Simeão. Essas são as 10 tribos do reino Norte.

O Destino das Tribos de Israel.

Um dos elementos que mais intrigam os estudiosos é o destino das Tribos de Israel, sobretudo as 10 tribos do norte, cuja referência cessa completamente após as invasões da Assíria.

As tribos Perdidas.

As conquistas assírias no Século VIII a.C abriram caminho para a conquista do reino do norte de Israel. A queda de Samaria significou o fim do estado Israelita. Seu povo, ou aqueles que sobreviveram, foram deportados para a Assíria e redistribuídos por todo seu território. Neste momento, as 10 tribos do norte desapareceram por completo do relato bíblico. O mais provável é que qualquer traço de união tribal tenha desfalecido com a fragmentação das comunidades israelitas, e que os hebreus que sobreviveram ao processo tenham se unido a estrangeiros e abandonado suas tradições.

A tribo remanescente: Judá e os judeus.

Apesar da queda de Jerusalém, menos de 2 séculos depois, os descendentes de Judá, ao serem levados ao exílio no reino da Babilônia, mantiveram fortes laços culturais entre si. É possível que tivessem mantido esta união graças às profecias do profeta Jeremias, que previu que o exílio duraria 70 anos, e que o povo seria libertado e mandado de volta a Jerusalém ao final deste período; a fé conjunta na realização da profecia teria mantido a tradição da tribo de Judá intacta, se não fortalecida. É no período de exílio que surge pela primeira vez de maneira consistente o termo judeu, se referindo a todos os membros da tribo de Judá.
Passado o tempo previsto por Jeremias, Ciro, o Grande, conquistou a Babilônia, e enviou os judeus de volta à Palestina, designando para eles a província de Yehud, de maneira geral, o mesmo território do antigo reino de Judá. Os judeus ali habitaram até o século II da Era Cristã. Sua religião passou a se chamar "judaísmo", a prática religiosa de Judá (distinta havia muito das práticas religiosas mais populares no Reino de Israel).
Entre o fim do exílio babilônico e a diáspora, os judeus nutriram um forte senso de união e resistência a dominação estrangeira, tão forte que, mesmo após sua expulsão definitiva da Palestina pelos romanos, os judeus mantiveram laços entre as distantes comunidades formadas por toda Ásia, norte da África e Europa, verdadeiras redes através das quais sobreviveram suas tradições. Durante este período, o termo "judeu" significando um seguidor da religião judaica suplantou o significado tribal do termo, e muitos estrangeiros de origem não semítica se declaravam judeus. De toda forma, através dos judeus e do judaísmo, a tradição da tribo de Judá sobreviveu até os dias de hoje. verdade

Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris.