17 de jan de 2010

Rabinos de Israel dizem que aborto atrasa vinda do messias

Os rabinos-chefes calculam em torno de 50 mil as interrupções anuais da gravidez no Estado de Israel

Os dois grandes rabinos de Israel dirigiram uma carta às comunidades judaicas locais dizendo que os abortos no país "atrasam a chegada do messias", informa a edição digital do jornal Yedioth Ahronoth.
"A imensa maioria dos abortos é desnecessária e está proibida pela Halajá (lei religiosa judia)", assinalam Yona Metzger e Shlomo Amar na carta.
No escrito, o rabinato superior anuncia que estuda renovar a luta contra o aborto com a criação em seu seio de um comitê especial para tratar de impedir o "assassinato de fetos no ventre das mães".
Trata-se de uma "autêntica epidemia que leva a cada ano a vida de dezenas de milhares de judeus" e que "além da gravidade do pecado, atrasa a chegada do messias".
Metzger e Amar baseiam sua relação entre abortos e o atraso do messias na crença de que ele não virá até que cheguem ao mundo todas as almas que deveriam provir de mães judias.
Os rabinos-chefes calculam em torno de 50 mil as interrupções anuais da gravidez em Israel, 20 mil delas "de forma ilegal e contra a lei".
"Malditos aqueles que não se assustem com essas informações" em um país de 7 milhões de habitantes, assinalam os líderes religiosos judeus na carta.
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Mortos no Haiti podem chegar a 100 mil, diz agência da ONU

1,5 milhões de haitianos se tornaram sem-teto após terremoto, segundo ministro; outros 300 mil ficaram feridos

Quatro dias após o terremoto, o número de mortos no Haiti ainda varia muito entre números oficiais e estimativas. Nesta sexta-feira, 15, o primeiro-ministro do país afirmou que 15 mil cadáveres já foram enterrados. Entre as estimativas mais recentes, a Organização Pan-Americana de Saúde (PAHO) indicou mais cedo que há entre 50 mil e 100 mil vítimas, "segundo uma variedade de fontes". No início da semana, o presidente haitiano, René Préval, falou entre "30 mil e 50 mil" mortos, enquanto a Cruz Vermelha calculou entre 45 mil e 50 mil vítimas.
O secretário-geral da organização, Ban Ki-moon, afirmou que "uma alta proporção" dos 3 milhões de habitantes da capital haitiana, Porto Príncipe, estão sem acesso a alimentos, água, teto ou eletricidade. Pelo menos 70% dos imóveis da cidade e seus arredores sofreram danos no terremoto, estimou a Cruz Vermelha.
A entidade ainda informou que o presídio central da capital foi completamente destruído no tremor, o que possibilitou a fuga de até 4 mil prisioneiros. Centenas de milhares de sobreviventes estão acampando em cerca de 40 pontos espalhados por Porto Príncipe, temendo o desabamento de prédios e casas danificados pelo sismo.

História do Haiti.

A maioria dos africanos que foram trazidos como escravos para o Haiti eram da Costa da Guiné da África ocidental, e seus descendentes são os primeiros praticantes de Vodou (aqueles africanos trazidos ao sul dos Estados Unidos, eram primeiramente do reino de Congo). A sobrevivência do sistema da crenças no novo mundo é notável, embora as tradições mudem com o tempo. Uma das maiores diferenças, entretanto, entre o Vodun africano e o Haitiano é que os africanos transplantados do Haiti foram obrigados a disfarçar o seu lwa, ou espíritos, como santos católicos romanos, um processo chamado sincretismo.
A maioria dos peritos especula que isto foi feito numa tentativa de esconder a sua "religião pagã" de seus senhores, que os tinham proibido de praticar. Dizer que o Vodou haitiano é simplesmente uma mistura das religiões africanas ocidentais com um verniz de Catolicismo romano não estaria inteiramente correto.
Isto estaria ignorando numerosas influências indígenas Taíno, assim como o processo evolutivo a que Vodou se submeteu ao longo da história do Haiti. Também estaria ignorando a grande influência do paganismo europeu no Catolicismo romano e o panteão dos seu próprios santos. Vodou, como conhecemos no Haiti e na diáspora Haitiana hoje, é o resultado das pressões de muitas culturas e etnicidades diferentes dos povos que foram desarraigados da África e importados a Hispaniola durante o comércio africano de escravos. Sob a escravidão, a cultura e a religião africanas foram suprimidas, as linhagens foram fragmentadas, e as pessoas tiveram que ocultar seu conhecimento religioso e a partir desta fragmentação tornou-se unificada culturalmente.
Além do mais, para combinar os espíritos de muitas e diferentes nações africanas e indígenas, as partes da liturgia católica romana foram incorporadas para substituir rezas ou elementos perdidos; além disso, as imagens de santos católicos são usadas para representar os vários espíritos ou "misteh" ("mistérios", o termo preferido em Haiti), e muitos santos mesmos são honrados no Vodou em seu próprio direito. Este sincretismo permite que o Vodou abranja o africano, Indígena, e os antepassados europeus em uma maneira inteira e completa. É verdadeiramente "Religião de Kreyòl".
A cerimônia mais importante historicamente do Vodou na história do Haiti era a cerimônia Bwa Kayiman ou Bois Caïman de agosto 1791, que começou a Revolução Haitiana, em que o espírito de Ezili Dantor possuía um clérigo e recebia um porco preto como oferenda, e todos as pessoas presentes comprometeram-se com a luta pela liberdade. Esta cerimônia resultou finalmente na libertação dos povos do Haiti da dominação colonial francesa em 1804, e o estabelecimento da primeira república de povos negros na história do mundo.
Este Vodou Haitiano cresceu nos Estados Unidos de forma significativa a partir do final dos anos 1960 e começo dos anos 1970 com as levas de imigrantes haitianos fugindo do regime opressivo de Duvalier, estabelecendo-se em Miami, Nova Iorque, Chicago, e outras cidades.

Crença.

No vodou haitiano acredita-se, de acordo com tradição africana difundida, que há um Deus que é o criador de tudo, chamado de "Bondje" (do francês "bon Dieu" ou "bom deus", distinguido do Deus dos brancos em um discurso dramático pelo houngan Boukman em Bwa Kayiman, mas é considerado frequentemente o mesmo Deus da Igreja Católica de maneira informal. Bondje é distante de sua criação, e assim é que são os espíritos ou os "mistérios", "santos", ou "anjos" que o voduísta invoca para a ajudá-lo, assim como os antepassados. O voduísta adora o deus, e serve aos espíritos, que são tratados com honra e respeito como se fossem membros mais velhos de uma casa. Diz-se que são vinte e uma nações ou "nanchons" dos espíritos, também chamadas às vezes "lwa-yo". Algumas das nações mais importantes do lwa são o Rada, o Nago, e o Kongo. Os espíritos vêm também nas "famílias" que compartilham de um sobrenome, como Ogou, ou Ezili, ou Azaka ou Ghede. Por exemplo, "Ezili" é uma família, Ezili Dantor e Ezili Freda são dois espíritos individuais nessa família. A família de Ogou é de soldados, o Ezili governa as esferas femininas da vida, o Azaka governa a agricultura, o Ghede governa a esfera da morte e da fertilidade. No Vodu dominicano, há também uma família de Água Doce ou "das águas doces", que abrange todos os espíritos dos índios. Há literalmente centenas de lwas. Os lwas mais conhecidos são Danbala Wedo, Papa Legba Atibon, e Agwe Tawoyo.
No Vodou haitiano os espíritos são divididos de acordo com sua natureza em basicamente duas categorias, se são quentes ou frios. Os espíritos frios entram sob a categoria Rada, e os espíritos quentes entram sob a categoria Petro. Os espíritos de Rada são familiares e vêm na maior parte da África, e os espíritos de Petro são na maior parte nativos do Haiti e requerem mais atenção ao detalhe do que o Rada, mas ambos podem ser perigosos se irritados ou contrariados. Nenhum é "bom" ou "mau" com relação ao outro. Diz-se que todos possuem espíritos, e cada pessoa é considerada como tendo um relacionamento especial com um espírito particular, que é dito "possuir sua cabeça", porém uma pessoa pode ter um lwa, que possui sua cabeça, ou "met tet", que pode ou não ser o espírito mais ativo na vida de alguém de acordo com os haitianos. Ao servir os espíritos, o voduísta busca conseguir a harmonia com sua própria natureza individual e o mundo em torno dele, manifestado como fonte de poder pessoal relacionado à vida. Parte desta harmonia é preservar o relacionamento social dentro do contexto da família e da comunidade. Uma casa ou uma sociedade de Vodou é organizada pela metáfora de uma família extensa, e os noviços são os "filhos" de seus iniciadores, com o sentido da hierarquia e da obrigação mútua que implica.
A maioria de voduístas não-iniciada, é vista como "bosal"; não é uma exigência ser um iniciado a fim de servir aos espíritos. Há um clero no Vodu haitiano, cuja responsabilidade é preservar os rituais e as canções e manter o relacionamento entre os espíritos e a comunidade como um todo (embora isto seja responsabilidade de toda a comunidade também). Encarregados de conduzir o culto a todos os espíritos de sua linhagem, os sacerdotes são conhecidos como "Houngans" e sacerdotisas como "Manbos". Abaixo dos houngans e das manbos estão os hounsis, que são os noviços que atuam como assistentes durante cerimônias e que são dedicados a seus próprios mistérios pessoais. Ninguém serve a qualquer lwa somente ao que se "têm" de acordo com o próprio destino ou natureza. Os espíritos que uma pessoa "tem" pode ser revelado em uma cerimônia, em uma leitura, ou nos sonhos. Entretanto, todo voduista serve também aos espíritos de seus próprios antepassados de sangue, e este aspecto importante da prática do Vodu é frequentemente subestimado pelos comentadores que não compreendem seu significado. O culto do antepassado é de fato a base da religião Vodu, e muitos lwas como Agassou (um antigo rei do Daomé) por exemplo, são de facto, ancestrais que foram elevados à divindade.

Entenda a escala Richter.

A escala Richter foi criada em 1935 pelo americano Charles Richter e mede a magnitude dos terremotos, ou seja, calcula a energia liberada pelas movimentações da terra. Os aparelhos chamados sismógrafos captam as movimentações da terra com seus pequenos pêndulos fixos em uma base de concreto e “desenham” linhas que representam a oscilação terrestre.
O total registrado é transformado em números e frações decimais. A escala Richter não tem valor máximo e cada número inteiro a mais significa que a energia liberada pelos movimentos da terra foi 31 vezes maior que o índice anterior – de dois para três, por exemplo, há 31 vezes mais energia liberada.

Veja os índices abaixo:

Menor que 2 – Apenas os aparelhos registram movimentações desse nível. As pessoas não conseguem perceber qualquer efeito
Entre 2 e 2,9 – Muito pouco perceptível
Entre 3 e 3,9 – É sentido por muitas pessoas, mas não provoca danos materiais
Entre 4 e 4,9 – Tremores de baixa intensidade que destroem, no máximo, objetos de pequeno porte
Entre 5 e 5,9 – Tremores moderados capazes de causar danos em áreas com estrutura frágil; derruba partes de casas de pequeno porte
Entre 6 e 6,9 – Já se trata de um forte tremor com poderes destrutivos em um raio de até 180 km de distância do centro de formação do fenômeno; tem força suficiente para provocar grandes rachaduras ou abalar a estrutura de prédios
Entre 7 e 7,9 – Atinge áreas maiores e as consequências podem ser sentidas em diversos países; provoca centenas de mortes e derruba construções
Acima de 8 – Pode destruir todo um país, dependendo de sua localização, e destruir muitos outros; causa milhares de mortes.

Fontes: Wikpedia

Avaliando o gênio: Será que sou ciumento (a)?

Essa é uma pergunta que todos deveriam se fazer. Andei verificando o que significava ciúme no Dicionário Aurélio, diz o seguinte: “ Sentimento doloroso que as exigências de um amor inquieto, o desejo de posse da pessoa amada, a suspeita ou a certeza de sua infidelidade fazem nascer em alguém;

“ Parei por aí .É muito sério isso gente. Como um cristão pode ser ciumento ? Como um marido ou esposa pode ser ciumento (a) ? Gálatas 5:19-21 Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus. Tiago 3:16

Porque onde há ciúme e sentimento faccioso, aí há confusão e toda obra má. I Coríntios 13: 4-7
O amor é sofredor, é benigno; o amor não arde em ciúmes; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, Não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Fico imaginando, o quanto deve ser difícil para um homem ou uma mulher sofrer por ciúmes.

Mas, e o cristão! Porque tem ciúmes ? Porque o amor não sobressai sobre o ciúme ? Porque existe tanta insegurança em uma relação ?Não consigo imaginar como alguém que ama, que leva Deus a sério, que realmente crê nas promessas da Palavra pode ser ciumento. A Palavra diz: Efésios 5: 22-30 Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao SENHOR; 23 Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. 24 De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. 25 Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, 26 Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, 27 Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. 28 Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos.

Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. 29 Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; 30 Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos. 31 Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne. Como alguém pode ser uma só carne e ter ciúmes ? O ser uma só carne é ser um em tudo ! É ser uma só carne, uma só mente e um só coração. Como pode ser isso . O corpo físico é um do outro, seus pensamentos são um para o outro, assim como seus corações. O amor entre um homem e uma mulher, no Senhor, é isso. As necessidades físicas, sexuais, devem ser satisfeitas um com o outro, os seus desejos, seus pensamentos devem ser em fazer o outro feliz, o seu coração deve amar seu cônjuge acima de tudo e de todos, só abaixo do seu amor pela Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo).

Como pode amar alguém e desconfiar dessa pessoa ? No verso 25, de Efésios 5, citado anteriormente diz que devemos amar nossa esposa, como Cristo amou a igreja, e a si mesmo entregou por ela. O mesmo se diz para as mulheres que devem estar sujeitas a seus maridos em tudo. No Aurélio, desconfiar significa :Supor, julgar, não ter confiança, suspeitar, duvidar, entre outras definições. Como um cristão que leva a sério a Palavra, pode não confiar no seu cônjuge ? Onde está o amor verdadeiro ? Julgar no Aurélio é Decidir como juiz ou árbitro; sentenciar, imaginar, conjeturar, formar opinião sobre, avaliar. Em Hebreus 13:4 diz : Honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; pois aos devassos e adúlteros, Deus os julgará. O ciúme não leva as pessoas ao crescimento, a alegria, ao amadurecimento, mas leva ao sofrimento, a dor, a desconfiança, ao desentendimento. Quantos casamentos se abalam quando existe o ciúme.

Confiar é segundo o Aurélio :Ter confiança; ter fé; esperar, acreditar. Pôr confiança, esperança (em alguém ou em alguma coisa), confidenciar.Quem confidencia sua vida, seus pensamentos, seus desejos, seus sentimentos com alguém a quem não confia?Quem não confia, fica desesperado com atrasos, com amizades, suspeita de tudo e de todos. Conta-se que uma linda e simpática mulher, carismática, atraente aos olhos das pessoas, porque seu sorriso era encantador, sua voz transmitia paz, segurança, alegria em viver, era casada com um homem muito ciumento, mas que nunca demonstrava para ela esse ciúme que sentia dela, ele sofria por dentro.Por muitas vezes ele ardia em ciúmes, só por ver sua esposa conversando com muitas pessoas, sempre rodeada de amigas e amigos, pessoas que gostavam muito da amizade dela, porque sempre tinha uma palavra de conforto, de incentivo, de alegria, sempre mostrava o lado bom das coisas.

Um dia, morrendo de ciúmes, ele começou a seguir sua esposa, ouvir atrás da porta suas conversas ao telefone, revirar sua bolsa enquanto ela dormia a procura de alguma coisa que a delatasse, nunca encontrava nada. Certo dia ouviu meia conversa de sua esposa com outra pessoa, sobre o encontro na casa dessa pessoa, no início da noite. O marido, ardendo em ciúmes, ficou atento aos movimentos de sua esposa naquele dia, tudo parecia muito suspeito, ela fazia muitas ligações de seu celular, querendo esconder alguma coisa, falava em tom um pouco mais baixo do que de costume, era muito estranha a atitude dela naquele dia. Ele a estava seguindo, mas por um problema no trânsito, perdeu sua esposa de vista, ficou irado, furioso. Tentou ligar para o celular dela e só dava ocupado, ou fora de área. O que será que ela estava fazendo, com quem ela estava naquele momento. Aí recebeu uma mensagem pelo celular dizendo “ me pegue as 19:00 horas em tal endereço “.

Ele olhou no relógio, faltavam ainda alguns minutos, correu desesperado até o endereço dado, pensando muita bobagem pelo caminho, até que chegou em frente à casa cujo endereço ela tinha dado, estava tudo meio escuro, apenas uma pequena claridade em uma das janelas, a cortina estava fechada, uma pequena sombra movimentava-se, talvez ela estivesse lá, com alguém, e não suspeitasse que ele viria mais cedo. Ele como um raio abriu a porta e precipitou-se para dentro da casa, na escuridão, batendo-se pelos móveis, fazendo um barulho enorme, quando num repente a luz se acendeu, a casa estava lotada de amigos, colegas de trabalho, parentes e sua linda esposa, cantando para ele ...parabéns pra você.....É de se imaginar a cara que ele ficou quando se deparou com aquela cena. Isso é apenas uma estória, mas ilustra muito bem o que o ciúme pode fazer com uma pessoa.

Se vocês levam Deus a sério, não deixem o inimigo colocar barreiras entre você e seu cônjuge, rejeite qualquer atitude que está fora da Palavra. Lembre-se do que diz em Romanos 13 : 9-10 Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor.Ou o que diz em Gálatas 5:22:Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Vale a pena ser ciumento? Vale a pena viver uma vida de desconfiança, suspeitando de coisas irreais sobre seu cônjuge ? Vale a pena viver fora da Palavra ? Se você se acha ciumento, peça a Deus para mudar isso, peça a Deus para retirar de você esse espírito de ciúmes, encare seu cônjuge como uma bênção que Deus colocou em sua vida, afinal, será seu companheiro (a) para toda a vida.

Assim diz a Palavra. Creia, o amor está acima de tudo. Que Deus abençoe você e seu cônjuge nesta longa caminhada, com o amor de Jesus Cristo .

Paulo de Abreu Marcondes

Deus já respondeu as suas orações hoje?

“Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei cousas grandes e firmes que ainda não sabes.” (Jeremias 33:3).

O estudo da economia tem como fundamento a premissa de que os bens são escassos, o que significa dizer que ou todos estão em falta, ou alguns possuem bens e apoio amplos, enquanto outros sofrem necessidade.

A parábola do rico e do Lázaro mostra que tal visão não se apresenta somente nos dias atuais, mas vem de séculos no passado.

Falando em dimensão espiritual, encontramos uma situação bastante diferente, uma vez que não existe falta nas mãos daquele que criou o universo.

Assim, nossas necessidades podem ser supridas, sem ser preciso tomar bens do próximo, isto é, sem deixar quem quer que seja em falta, já que o Provedor, DEUS, tem estoques ilimitados de bençãos, nos oferecendo além do que podemos imaginar.

“E Conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus. (estamos falando de algo cuja dimensão não é conhecida por nós- toda a plenitude divina).

Ora, aquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera.”(novamente surge o termo “tudo”, algo que não deixa qualquer elemento de fora, mas cobre o universo além da imaginação e dos sonhos mais extraordinários).
Efésios 3:19-20

Acredito que, da mesma forma que eu, ou outra pessoa que habita este mundo (repleto de aflições – como preconizou Jesus), você gostaria hoje de receber um lenitivo especial.

Saiba que tenho uma boa notícia, que, na verdade, não é minha, mas do próprio Criador: você pode ser atendido, suprido e apoiado, não com coisas que não deseja, mas exatamente com aquilo que vier a pedir a Deus em oração:

“E qual dentre vós é o homem que, pedindo-lhe pão seu filho, lhe dará uma pedra?”
E pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente?
Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhos pedirem?”
Mateus 7:9-11

Hoje entenda: você pode receber muito além do que pedir ou pensar.

Pastor Elcio

O comportamento do cristão

Uma vez que o crente recebe a justificação por meio de Jesus Cristo, deve andar “de modo digno da vocação a que fostes chamados”. Isso será demonstrado através de sua conduta, o seu viver diário.A Palavra de Deus nos fornece inúmeros modelos para aplicarmos em nossa vida. Devemos ser cidadãos dignos. A conduta do crente deve refletir a de uma pessoa transformada, que foi lapidada pelo poder do Espírito Santo. Somente por meio da Palavra de Deus é que iremos saber se o comportamento do crente é correto ou não. Baseados nisso, iremos verificar alguns princípios que, se forem seguidos, com toda certeza farão uma grande diferença na vida daquele que praticar, bem como na vida das pessoas que estão a sua volta. Há uma grande necessidade de manter-mos uma conduta exemplar.

Para tanto, é mister grande empenho para atingir tal objetivo. Somos exortados, pela Palavra de Deus, como deve ser a nossa conduta “para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo” (Fp 2.15).

I. O SERVIÇO CRISTÃO
Paulo instrui princípios sadios de como deve ser o comportamento do cristão em várias áreas. O crente deve manter um padrão exemplar de conduta, para que em tudo, Cristo venha a ser glorificado. Primeiramente, somos instruídos de que o “Eu” (aquilo que realmente eu sou) deve ser sacrificado. Sacrifício é algo que por natureza, nós não estamos acostumados a fazer. Custa muito sacrificar. Mas é necessário.

1. Em Relação a Deus
A conduta cristã está baseada em ter-se uma atitude certa para com Nosso Deus. A atitude com que fazemos, realizamos, recebemos as coisas demonstra como está o nosso nível para com Deus. O crente fora justificado, no entanto, deve procurar viver uma vida de santidade. A primeira cláusula de importância nessa etapa da conduta cristã é “Apresentar-se a Si mesmo a Deus”. Isso significa que por meio de nossas próprias forças não somos capazes de realizar algo ou alguma coisa (Rm 12.1,2; comparação 1Co 6.19,20). “Como por um ato de rendição nossa, alcançamos o poder da cruz, para uma vida separada, assim agora, por um ato semelhante, entramos numa vida de serviço. Isto feito segue-se a atitude de prontidão para qualquer serviço que Ele requeira de nós. Assim o ato torna uma atitude constante, de toda a vida, sempre se rendendo, desejando e esperando fazer a vontade dELe”.[1]

As implicações de se apresentar a Deus são várias, notemos:
1) é voluntária: Deus deseja que apresentemos nossos corpos, isso cabe a cada um de nós. Não é uma obrigação, mas isso implica necessariamente em viver de acordo com a Vontade de Deus. Se não se apresenta o corpo voluntariamente o resultado é derrota e falta de fruto.
2) é pessoal: cada um deve apresentar o seu próprio corpo, não o de seu amigo, não de sua amiga, namorada, esposa, pai ou mãe, mas, sim, o seu próprio corpo.
3) é sacrificial: sem sacrifício não há recompensas, sem um sacrifício vivo não existe conquistas e vitórias espirituais.
4) é racional: não é uma entrega insensata, mas uma entrega da razão, a pessoa sabe exatamente o que está fazendo. É um culto prestado pela mente e pelo coração. Com toda certeza o maior exemplo desta entrega total do corpo, sem reservas, fora a do Senhor Jesus Cristo, que quando estava nesta terra, fez exatamente aquilo que o Pai Se agradava, pois não procurou fazer a Sua vontade e, sim, a do Pai.

2. Em Relação a Nós Mesmos
O crente não deve procurar estimar-se mais do que lhe é próprio. “Não pense de si mesmo, além do que convém” (Rm 12.3). É uma ordem! Caso uma pessoa pense de si mesma, além do lhe convém, com toda certeza, começará a causar problemas e atritos entre os irmãos e entre o corpo de Cristo, a Igreja. Pessoas assim se tornam orgulhosas, cheias de ambição e justiça própria, logo entrarão em desacordo com a liderança. Ao contrário, o crente que se submete ao poderio do Espírito Santo, sabe de suas forças e das suas limitações. Este procura sempre buscar o auxílio de Deus para exercer o seu dom e nunca o usará fora daquilo que lhe cabível ou concernente. “Nunca ficamos mais úteis por servirmos em trabalhos para os quais não somos idôneos”.[2]

3. Em Relação à Igreja
A Igreja é um organismo e não uma organização. Aqui verificamos que os crentes prestam seus serviços na Igreja de Deus por meio de seus dons espirituais. Uma analogia feito com o corpo humano, que tendo muitos membros, cada um diferente do outro, no entanto é um, cada membro opera em conjunto para o perfeito funcionamento do todo (1Co 12). Assim, deste modo, deve ser o Corpo de Cristo, muitos membros, muitas pessoas com diferentes qualidades, dons, personalidades, mas todas devem agir para um só benefício, para um só bem comum, que é o aperfeiçoamento dos santos e a glorificação de Nosso Deus. Nenhum membro desse corpo deve procurar o que lhe é do agrado, mas, sim, aquilo que beneficia aos outros. “A marca das obras das mãos de Deus é a diversidade, não a uniformidade. Assim é com a natureza; é assim também com a graça, e em nenhum lugar mais do que na comunidade cristã. Nesta há muitos homens e mulheres das mais diversas espécies de origem, ambiente, temperamento e capacidade. E não só isso, mas, desde que se tornaram cristãos, são também dotados por Deus de uma grande variedade de dons espirituais. Entretanto, graças a essa diversidade e por meio dela, todos podem cooperar para o bem do todo”.[3] Cada crente em Cristo Jesus possui um ou vários dons espirituais. Estes dons foram concedidos com o propósito de edificarmos a cada um, para fazermos com que o corpo funcione. Assim, desta forma, com a união de cada um em torno de Cristo, corpo funciona. Paulo nos apresenta neste trecho (Rm 12.4-8) sete destes dons, indicando assim uma perfeição.

É claro que o número de dons concedidos pelo Espírito não é somente sete, mas estes são os que o apóstolo considerou na Epístola:
1) dom de profecia, a ministração das verdades espirituais.
2) dom do ministério se refere ao serviço prestado ao Mestre.
3) dom de ensino, explicação da Palavra para o povo.
4) dom de exortação, encorajamento para se fazer o que é certo, chamar a atenção para faltas.
5) dom de contribuição deveria exercer com liberalidade, sem interesses próprios. 6) dom de presidir, aquele que governa, chefia ou guia o povo de Deus.
7) dom de misericórdia, cuidar dos necessitados, com o intuito de confortar.

II. EXORTAÇÕES PRÁTICAS
Paulo apresenta uma série de exortações para os crentes. Esse modo de viver deve marcar a conduta do crente. Este é exortado a praticar o amor para com todos sem discriminação, somente assim, será capaz de ter uma conduta adequada perante as pessoas (Rm 12.9). Temos então uma oportunidade de servir na sociedade que vemos a nossa frente.

1. Conduta em Relação à Sociedade
O crente tem um dever de viver uma vida digna perante os demais. “Vivei, acima de tudo, por modo digno do Evangelho de Cristo” (Fp 1.27). O Amor deve ser o elemento que governa as nossas atitudes (Rm 12.9) para com o nosso próximo. “Se não tiver amor, nada serei” (1Co 13.2). Esse amor em nossos corações deve fazer com amemos uns aos outros com amor fraternal (Rm 12.10), não buscando honras para si mesmo, mas sim honrando aos demais (Fp 2.3-5). “A razão por que é o amor de tão alta importância reside no fato de que o amor é o cumprimento de toda lei e a lei é o próprio fundamento do Estado. Nenhum crente está isento da lealdade; ... quem ama ao próximo não fará coisa alguma em detrimento do próximo, ao contrário, para com ele cumprirá tudo que a lei exige”.[4] Sendo zelosos (Rm 12.11), ou diligentes, em seus serviços, quer sejam espirituais, quer sejam materiais. O crente será fervoroso se praticar isso em sua vida (At 18.25). Uma vida frutífera leva a uma vida de esperança, a esperança da Vinda de Cristo (Rm 12.12). Trará um cultivo a paciência, seja em tribulações, seja em qualquer outra área da vida, pois uma vida direta com o Senhor em comunhão com Cristo na oração fará crentes mais maduros. O cristão não vacila, ao invés de dar lugar à aflição, ele descarrega suas preocupações em Deus por meio da oração (Fp 4.6). Compartilhar as necessidades (Rm 12.13) é muito mais do que simplesmente dar algo para nosso irmão, mas é, também, sentirmos o que ele sente, é sentirmos as suas necessidades (At 4.32). Devemos também demonstrar hospitalidade para com todos, indiscriminadamente de quem quer que seja. Uma exortação difícil de ser feita é a de abençoar os perseguidores (Rm 12.14). Não é qualquer que pode fazer isso, e não somente abençoar, mas também não amaldiçoar (Mt 5.44,45; Lc 6.28). Alegria deve andar com o crente (Rm 12.15). Ele se alegra com seus irmãos em Cristo, mas também chora com eles, participa com eles de seus sofrimentos.

Deve-se ter o mesmo sentimento (Rm 12.16; comp. Fp 2.2-8), ou seja, ninguém é superior a ninguém, deve-se procurar viver em harmonia com todos, não ser orgulhoso, mas sim humilde, um contraste notável. Sabedoria deve ser aplicada a cada situação e não se engrandecer ou achar que pode alguma coisa por si mesmo, não ser sábio aos próprios olhos. Não praticar mal por mal (Rm 12.17; comp. Mt 5.44; 1Pe 3.9), é seguir o exemplo de Cristo que não revidava com ultraje e nem injuriava a ninguém (1Pe 2.21-23). O crente deve ter uma vida exemplar, quer em costumes, vestimentas, negócios, palavras, por está sendo observado por outros. As pessoas do mundo podem não ler a Bíblia, mas certamente lerão a vida do crente, que deve ser uma carta viva a testemunhar de seu Criador. Em relação ao convívio do crente com aqueles que lhe são inimigos (Rm 12.18-20), o crente deve procurar viver em paz, se possível com todos. Caso não seja possível, não deve se vingar de ultrajes sofridos, mas sim, depender de Deus (Dt 32.35; Pv 25.21-22; Hb 10.30). Pelo amor, o crente vence o mal com o bem, ele não se deixa influenciar pelas artimanhas. O filho de Deus deve mostrar sempre o seu amor e a sua graça para com todos.

2. Conduta em Relação às Autoridades
Para com as autoridades civis, o dever do cristão é obedecer. O crente não está isenta para com as suas responsabilidades perante o seu País. Somos exortados pelas Escrituras a nos submetermos as autoridades legalmente constituídas, pois a pessoa que resiste a tais autoridades está resistindo a Deus (Rm 13.1-2). “Os crentes cheios do Espírito, descritos em Romanos 13, vivem pela lei do amor e da fé. Portanto, o que vão dizer e fazer muitas vezes será superior à sociedade que os rodeia. Mas muitas vezes serão incompreendidos pela sociedade. Quando a humanidade é corrupta e os governos são injustos e egoísticos, a cristandade pode ser perseguida. É aqui que se concretiza a cruz diária do crente. A única solução para este problema é a eterna dívida de amor do homem para com Deus e o próximo”.[5] O cristão tem por consciência ser submisso a autoridade constituída (Rm 13.5).

O governo humano é fundamental para a convivência do homem na sociedade e é perfeitamente aprovado por Deus. O cristão tem como obrigação garantir o cumprindo das leis. O cristão deve se submeter às autoridades, não somente por encargo de consciência, mas também devido ao castigo que é imposto àqueles que são infratores das leis estabelecidas pelo governo. É óbvio que não se torna um bom testemunho para o cristão que é achado em falta ou em estado de insubmissão para com o governo, pois primeiramente não está sendo insubmisso para com o governo, e sim, para com Deus, que foi Quem o constituiu (Rm 12.1; 13.1,2; Dn 4.25-35; 5.21; Tt 3.1).

Nem toda autoridade é cristã. Há e certamente haverá muitos que são ímpios, tiramos, estes responderão pessoalmente a Deus (Ap 20.12). Agora, está também claro na Palavra de Deus que se a autoridade civil, legalmente constituída, for contra o que a Bíblia ensina, o cristão deve antes, obedecer a Deus do que aos homens (At 5.29).

“Podemos ver, então, que a submissão do crente às autoridades manifesta-se de quatro maneiras:
a) a obediência às leis do país (ou do município).
b) o civismo: ‘fazendo bem’ como cidadãos, respeitando os direitos dos outros, não sendo desordeiros nem estragando os jardins, os parques e as outras propriedades públicas (Rm 13.3).
c) o pagamento de impostos e taxas legais; a pessoa que rouba o governo está roubando o ‘ministro de Deus’ (Rm 13.4-7).
d) a honra (ou respeito) para com os oficiais do governo, conforme a sua posição (Rm 13.7)”.[6] Para que uma pessoa tenha uma vida bem sucedida nos dias de hoje, é fator importante verificar qual é a sua capacidade em verificar a mão de Deus nas atitudes, nas ações, bem como nas reações daqueles que estão investidos de autoridade sobre a nossa vida.

Verdades absolutas a reconhecer em autoridade:
1) a autoridade dos pais exerce o mais forte impacto na vida de uma pessoa, quer seja positiva, quer seja negativa. A atitude do filho para com a autoridade dos pais no presente, ou quando este os deixa, influenciará fortemente o seu futuro (Pv 6.20-23).
2) é nosso dever reconhecer na autoridade a mão de Deus, quando esta está de acordo com os padrões do Mestre. Rebelar-se contra as autoridades que Deus colocou na vida trará frustrações intensas. A pessoa, portanto, tem que saber receber ordens, para então, depois poder vir a guiar e dar orientação também (Pv 30.17).
3) muitos pensam que a liberdade está em escapar da autoridade quando antes melhor. Porém, aprendemos de Deus que o segredo está em se estabelecer um relacionamento correto e procurar reagir positivamente para com a autoridade que Ele colocou sobre a nossa vida. Um princípio claro, portanto é: Resistir a autoridade é resistir a Deus. “O grande erro consiste em que o indivíduo não aceitar a verdade de que o próprio Deus está por trás da autoridade”.[7]
4) a autoridade dos pais advém de Deus. Ele é responsável pelos pais que lhe concedeu, e Deus é maior que seus pais (Pv 21.1). A autoridade dos pais é para obediência dos filhos, para que este venha a ter maturidade por meio dela (Cl 3.20). Quando os pais verificam que seu filho se submete à sua autoridade, sendo-lhes obediente, eles passam a verificar que já podem ter confiança em seu filho para deixar que este venha a tomar as suas próprias decisões. Por causa da maturidade que muitos jovens aceitam a autoridade de seus pais, como colocada por Deus, estes conquistam sua liberdade muito antes de casarem.
5) em todos os nossos relacionamentos existe a figura da autoridade, esta é claramente enfatizada pelas Escrituras Sagradas: Deus exerce autoridade sobre o homem (1Co 11.3); o homem sobre a mulher (1Co 11.3; 1Pe 3.1-5); os pais exercem sua autoridade sobre os filhos (Ex 20.12; Ef 6.1-3); Deus exerce autoridade sobre os senhores empregadores (Ef 6.9); os servos devem obedecer a autoridade de seus patrões (Ef 6.5); os cidadãos devem obedecer a autoridade do Governo (Rm 13.1-7; Mt 22.21; 1Pe 2.13-18).

3. Conduta em Relação aos Cidadãos
Como cidadãos, os cristãos também têm deveres em sua conduta para com todos aqueles com quem tem contato em sua vida diária. Ele deve, portanto, cumprir bem o seu papel de cidadão. A única dívida que o cristão pode ter é o amor para com todos (Rm 13.8). Muitas vezes, o emprestar dinheiro traz profundas mágoas, pode estragar amizades, arruinar a vida de uma pessoa. Deve-se tomar cuidado com essa prática. O amor do cristão para com seus semelhantes deve ser o mesmo, sem favoritismo ou exclusividade. “Se é verdade que esse amor cristão deve caracterizar nossa atitude para com os demais crentes, não menos o é o fato de que temos de mostrar essa mesma disposição para com todos os homens”.[8] A Parábola do Bom Samaritano é uma ilustração belíssima do exemplo de amor para com o nosso próximo (Lc 10.30-37).

A lei está resumida no amor para com Deus: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento” e no amor para com o próximo: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.37; Lc 10.27; Rm 13.9; Lv 19.18). Obviamente que quem ama a Deus amará a seu próximo (1Jo 2.10,11; 4.11,12). Além do amor, um outro motivo para sermos bons cidadãos é que a Vinda do Senhor está próxima (Rm 13.11; Lc 21.28). Com isso, a grande esperança do cristão está cada vez mais próxima, isto traz responsabilidade por parte do cristão, de viver uma vida digna e de acordo com os padrões divinos. Na sua vinda, seremos então tirados da atual conjuntura do pecado e das condições atuais, bem como do derramamento da ira vindoura (Rm 8.23,24; 1Ts 1.10; 4.13-17; 5.9). Por isso não devemos estar andando nas obras das trevas e sim, “revestindo-nos das armas da luz”. Quando Ele voltar, como nos achará? Andando nas trevas do pecado, ou como bons cidadãos dos céus, amando a Deus e ao nosso próximo?

4. Conduta em Relação aos Fracos na Fé
Em se tratando da matéria moral, as suas dúvidas, o apóstolo Paulo estabelece três grandes princípios de grande valia:
1) não devemos julgar os outros (14.1-12);
2) não devemos tentar uns aos outros (14.13-23);
3) seguir o amor de condescendência e amor de Cristo (15.1-13). No capítulo 14 de Romanos, Paulo trata de questões duvidosas. Fala das responsabilidades do forte para com o irmão fraco, bem como do irmão fraco, para com o irmão forte. No entanto, deixa claro que cada um comparecerá perante Deus (v.12). “No idólatra Império Romano, faziam-se sacrifícios de animais aos deuses pagãos. Depois, a carne era vendida nos mercados e açougues (1Co 10.25). Sendo essa carne associada à idéia de culto pagão, alguns dos novos convertidos não conseguiam comê-la, sem sentirem profunda perturbação interior. Outros, porém, já criam que todas as coisas pertencem a Deus, e, assim sendo, comiam-na sem nenhum problema. Afinal, ‘ao Senhor pertence toda a terra’.[9] Aqui, o irmão “débil na fé” estava escandalizado pela liberdade que o mais forte tinha. O problema é a falta de sabedoria quanto a liberdade que temos em Cristo.

Essas pessoas não tinham convicção na aplicação de sua liberdade em Cristo. Nos dias de hoje seria o fato de alguém que se converteu do catolicismo para o cristianismo e não sabe com certeza se pode ou não comer carne da “sexta-feira santa”, pelo simples fato de ainda não entender muito bem a sua liberdade em Cristo. “O erro do irmão fraco consiste em julgar e condenar aos irmãos ‘fortes’, isto é, os que reconhecem que são livres dessas proibições ritualísticas acerca de dias e comidas; e os fortes podem errar também, em desprezarem a seus irmãos fracos, ofendendo-os desnecessariamente na ostentação da liberdade”.[10]

O apóstolo Paulo faz uma alusão muito importante aqui, um princípio que deve ser seguido, o princípio do amor, ele fala que amar ao próximo é muito mais importante do que a nossa liberdade nestas coisas. “Também, é mais importante ser ‘conhecido’ por Deus do que ‘conhecer’ o que se refere a ídolos! Se não estamos interessados na maneira como nossa ‘sabedoria’ afeta a nosso irmão, então nosso conhecimento nos encheu de soberba. Se não nos preocupamos com os sentimentos de nosso irmão, provamos que, em vez de sermos sábios, realmente nada sabemos”.[11] Cabe aqui notar que os crentes de romanos eram oriundos do paganismo, estavam envoltos com uma cultura pagã. Por isso, tinham suas dificuldades em relação a estes assuntos controvertidos. Paulo fala da comida e da observância religiosa de certos dias. Para Paulo, e também outros irmãos, o comer qualquer alimento não havia problema algum, ao passo que para outros, os irmãos mais fracos na fé, isso era escândalo.

Da mesma sorte, com relação aos dias, alguns consideravam que cada dia era igual ao outro, não faziam distinção entre os dias que eram mais ou menos sagrados, consideravam cada dia como sendo “santo ao Senhor”, ainda outros achavam que certos dias eram mais santos do que outros. O que é que deve ser feito, visto que na mesma comunidade havia cristãos com tão diferente pontos de vista? Cada qual deveria resolver em sua mente e em sua consciência. “Aquele que desfruta maior liberdade não deve menosprezar o outro julgando-o espiritualmente imaturo.

Quem tem escrúpulos de consciência não deve criticar o seu irmão na fé por praticar o que aquele não pratica”.[12] Paulo “nos fornece o verdadeiro meio de decidir todas aquelas questões casuais que tão frequentemente aparecem na vida cristã, e que levam tantos crentes a ficarem embaraçados. Posso admitir a mim mesmo esta ou aquela diversão? Sim, caso possa desfrutá-la para o Senhor, ao mesmo tempo que possa agradecer-Lhe pela mesma. Não, se não puder recebê-la como presente de Suas mãos e bendizê-lo por causa da mesma. Essa maneira de solucionar tais problemas respeita tanto os direitos do Senhor como a liberdade do indivíduo”.[13]


III. PRINCÍPIOS ACERCA DE QUESTÕES DUVIDOSAS [14]
1. Decisões Acertadas A Palavra de Deus é rica para com todas as questões, verificaremos, a seguir alguns princípios que cabem em situações duvidosas. Quando Deus dá um mandamento específico, torna-se fácil saber o que Ele quer de nós. Mas há muitos aspectos em que não existem mandamentos específicos. Deixar de agir coerentemente nesses assuntos duvidosos pode facilmente minar a dedicação da pessoa a Deus. As seguintes indagações podem ser usadas como teste ao fazer decisões difíceis:

1.1 Entrega Total Como primeiro e principal requisito deve-se perguntar a si mesmo: “Entreguei todos os aspectos da minha vida a Deus?” Para seguir nosso caminho diante de Deus, torna-se como fator essencial uma entrega total de nossa vida, de todos os aspectos, de todo o ser a Deus. “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. RECONHECE-O EM TODOS OS TEUS CAMINHOS, e Ele endireitará as tuas veredas. Não sejas sábio a teus próprios olhos: teme ao Senhor e aparta-te do mal” (Provérbios 3.5-7 ).

1.2 Sacrificar Meus Desejos Será que eu estou pronto a sacrificar meus desejos em favor da vontade de Deus? Uma das condições básicas do discipulado é o sacrifício. Quando se tem uma escolha entre duas oportunidades é essencial verificar estes princípios já citados. Qual deve ser a escolha certa? Escolher entre uma atividade que irá oferecer oportunidade para a pessoa servir a Deus ou entre uma atividade pelo qual não lhe será permitido fazê-lo? “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará” (Lucas 9.23,24).

2.1 Será Deus Louvado?
TUDO QUE EU FIZER DEVE GLORIFICAR A DEUS Glória significa “uma opinião, uma estimativa”. Podemos colocar como sendo uma opinião ou uma estimativa que as pessoas têm acerca de Deus, por causa da nossa atitude, da nossa vida exemplar ou não. Se formos servos fiéis a Deus, isso resultará na glorificação do nome de Nosso Grandioso Deus. “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra cousa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (I Coríntios 10.31).

2.2 Posso Agradecer a Deus por esta Atividade?
O PRÓPRIO JESUS APROVARIA MINHA DECISÃO? Quando faço algo devo verificar se isto agradaria ou não ao nosso Mestre. “E tudo o que fizerdes, seja em palavras, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Colossenses 3.17). 2.3 Será que Pode me Advir Algum Resultado Espiritual desta Atividade?

ELA DEVE MELHORAR MEU CARÁTER CRISTÃO? Posso crescer espiritualmente com esta atividade ou ela resultará em perdas para a minha pessoa, deve ser o nosso pensamento. “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém (é proveitoso, vantajoso). Sim, tudo me é permitido, mas nem tudo é edificante. (Contribui para o caráter espiritual e o crescimento)” (I Coríntios 10.23) 2.4 Eu Ficaria Aborrecido se não o Fizesse? “Tudo me é permitido, o que não significa que tudo seja bom. Tudo me é permitido, mas não devo ser escravo, seja do que for” (I Co 6.12). 2.5 Levarei um Crente mais Fraco a Pecar?

SOU RESPONSÁVEL A DEUS POR CRENTES MAIS FRACOS O apóstolo Paulo declara que se o simples fato de eu vir a comer uma carne que o novo convertido em Cristo costumava oferecer aos ídolos, antes da sua conversão, irá levá-lo a se escandalizar com minha atitude, então eu devo abrir mão desse privilégio de comer aquele carne. A vida espiritual de meu irmão deve ser muito mais importante do que qualquer comida ou atividade que eu venha a desempenhar para o meu próprio benefício. Algo que deve ficar em nossa mente é que quando eu, por meus modos, ou por minhas atitudes, ou palavras, enfraqueço o meu irmão mais novo na fé, estou pecando contra Deus, por não estar edificando a este irmão. “Mas vede que essa liberdade não seja DALGUMA maneira escândalo para os fracos... pecando assim contra os irmãos, e ferindo a sua fraca consciência, pecais contra Cristo.
PELO QUE, SE O MANJAR ESCANDALIZAR a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize” (I Coríntios 8.9-13) 2.6 Estou em Dúvida? Não Devo Fazê-lo!

PRECISO TER A CONVICÇÃO DO ESPÍRITO SANTO NAQUILO QUE ESTOU FAZENDO É claro que o que não provém da fé é pecado, relacionado a isso está a dúvida, se ela existe não faça. “As vossas convicções pessoais são assunto de fé, entre vós e Deus, e podeis dar-vos por felizes se não tiverdes escrúpulos acerca daquilo que vos é permitido comer. Se não se come carne com a consciência tranqüila, não é bom sinal, porque tal procedimento não provém da fé, e o que é feito à parte da fé é pecado” (Rm 14.22,23). 2.7 Terei eu a Aprovação Final de Deus?

PRECISO DAR CONTAS A DEUS DE TODAS AS MINHAS AÇÕES Cada ato que pratico, um dia prestarei contas a Deus por eles, por isso, devo procurar fazer o máximo possível para agradar a Ele. “Pela minha vida, diz o Senhor; que todo joelho se dobrará diante de mim, e toda língua confessará a Deus. De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus” (Romanos 14.11,12). Podemos sempre provar que estamos certos, mas estará o senhor convencido? (Pv 16.2). 2.8 O que os Outros Pensam é Importante?

MEU COMPORTAMENTO DEVE EVITAR TODA A APARÊNCIA DO MAL “Abstende-vos de toda aparência do mal” (I Tessalonicenses 5.22). Raramente pensamos no que os demais pensam a respeito de tal coisa ou assunto, mais isso deve ser relevante da mesma forma. “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo; porquanto os dias são maus” (Efésios 5.15,16).

CONCLUSÃO A maneira de se comportar, a conduta do crente, é um fator de muita importância. Ela pode ou edificar ao irmão que nos rodeia ou até mesmo enfraquecê-lo. Portanto, torna-se necessário vigiarmos nossas atitudes para que possamos viver de vidas dignas. A conduta ideal é aquela que está permeada pelos princípios bíblicos. Uma vida que honra a Cristo e onde o Seu amor é derramado em nosso coração. O princípio do amor deve andar lado a lado conosco, para que com isso possamos edificar a nosso irmão. A conduta certa, o modo de viver certo, o comportamento correto, tudo isso depende única e exclusivamente de uma submissão de nosso próprio ser ao senhorio de Jesus Cristo. Só assim, seremos capazes de praticar os princípios contidos em Sua Palavra.

Pr. Cleverson de Abreu Faria

Fonte: Melodia

Evite as ciladas típicas do casamento

Por mais que estejamos vivendo numa sociedade divorcista, creio que nenhum casal embarca na vida de casado esperando terminar numa Vara de Família, mas isto é o que acontece com mais de 25% dos casamentos atualmente no Brasil. Embora em nosso país não haja estudos sérios sobre as causas dos divórcios, podemos afirmar, categoricamente, que muitos casamentos estão morrendo lentamente porque as pessoas envolvidas estão cometendo erros que são verdadeiras ciladas. Estudiosos americanos estudaram e diagnosticaram 10 sintomas que podem levar um casamento ao fracasso. São eles:

1.Pressupor seu parceiro.

"É como ter um jardim que não se esteja capinando e adubando", diz Robert Billingham, professor de desenvolvimento humano e estudos da família na Universidade de Indiana. “Não se pode esperar que continue a florescer”, complementa Billingham. Deixe seu cônjuge saber que você o ama.

2.Esquecer-se de que um bom casamento dá trabalho.

“As pessoas pensam que ter um casamento feliz é um acontecimento mágico, místico”, diz o terapeuta de família Leslie Parrot, co-autor de “Quando coisas ruins acontecem a bons casamentos”. “Aceitamos o fato de que a paternidade requer bastante perícia (habilidade), mas não queremos aceitar a idéia de que o amor romântico requer muito trabalho, também”, afirma Parrot.

3.Não conversar durante divergências.

Se você confia em suspiros profundos, batidas de portas e outras comunicações não verbais quando algo o está aborrecendo, você pode estar brincando com fogo. Tão doloroso quanto possa ser começar a conversar, você deve falar.


4.Deixar de fantasiar seu parceiro.

“Todos desejamos que nos façam especiais”, diz a psicóloga Kate Wachs, autora de vários livros sobre casamento. “Por isto, é tão importante separar ao menos uma noite por semana para você e seu parceiro e usar esta “noite de encontro” habitual para compartilhar suas esperanças e sonhos”, afirma Wachs.

5.Brigar sujo.

Quanto melhor você conhece alguém, mais fácil é ferir essa pessoa. “Não importa quão irritado você possa estar com alguma coisa,” diz Naylor, “você precisa resistir à tentação de imaginar a coisa que mais magoará seu parceiro e então usá-la contra ele.”

6.Brigar por dinheiro.

Estudo recente de uma respeitada associação internacional de profissionais de seguro de vida e serviços financeiros descobriu que 43% dos casais casados discutem sobre dinheiro. Se o dinheiro está se tornando uma grande fonte de conflito, você deve pensar em sentar-se com um planejador financeiro ou alguém de fora que possa auxiliar a desenvolver um plano financeiro com o qual vocês dois possam conviver.

7.Deixar a paixão fracassar.

"Façam sexo freqüentemente e com criatividade” aconselham os estudiosos do casamento. Se os casais forem esperar até que ambos estejam com vontade, acabarão não tendo absolutamente muito sexo, e com o passar do tempo, acabarão se afastando. O segredo não é esperar as coisas acontecerem. É preciso fazer acontecer. Em outras palavras, os casais precisam construir o clima e não esperar que ele apareça naturalmente.


8.Interrompendo a vida sexual quando se está aborrecido ao invés de lidar com os problemas.

Muitos usam a abstinência sexual no casamento para ferir o cônjuge. Embora reter o afeto possa parecer o modo ideal de punir seu cônjuge, há um sério risco de danificar o relacionamento.

9.Não compreender que casamentos têm altos e baixos.

“Tudo bem em esperar momentos incríveis no seu casamento,” diz Parrott. “Apenas não espere que eles aconteçam todos os dias”.

10. Jogar a toalha muito facilmente.

“Estamos tão acostumados ao conceito de obsolescência que tratamos nossos parceiros como descartáveis,” diz Herb Glieberman, advogado de divórcio de Chicago e autor de “Como reacender as chamas ao invés de procurar a escotilha de fuga mais próxima.” Portanto, verifique se no seu relacionamento conjugal está cometendo alguns desses equívocos.

Pr. Gilson Bifano

Fonte: Melodia

11 de jan de 2010

Quando Deus ordena, até o diabo obedece

No mês de julho teve uma festividade na igreja a qual congrego, onde esteve presente uma cantora daqui de Brasília, e esta testemunhou que Deus faz impossível por nós quando nos humilhamos diante Dele e como a palavra do Senhor nos diz que o jus não há de mendigar o pão, ela contou um fato que aconteceu com uma conhecida sua. Uma irmã que procurava agradar a Deus em tudo participava das atividades na igreja, nas orações, consagrações, evangelizações e também procurava dar bom testemunho no seu lar, entre outras coisas mais, porém ela passou por provações em que ficou desempregada por um bom tempo, mas nunca ficou reclamando, muito pelo contrário, foi o motivo de ela buscar mais ainda o Senhor.

Muitas pessoas se admiravam, pois como que uma pessoa em tal situação. Confiava tanto em Deus mesmos em situações adversas. Era o que pensava também sua vizinha que fazia trabalhos (ela era macumbeira). Então ela pensou: vou aprontar com esta crente, vou fazer um compra de tudo, pois ela está desempregada, está faltando tudo em sua casa, então comprou moveis, comidas, roupas etc. Ela contratou uma carreta e disse para o motorista: você vai levar em tal endereço, fica ao lado da minha casa e eu vou ficar observando de lá, você leva tudo para fulano de tal, quando ela perguntar quem mandou as coisas que você entregou para ela, você diz a ela que foi o santo que a vizinha dela adora, invoca, ela vai ficar surpresa e vai saber o poder que o santo que os crentes não gostam tem.

O motorista que foi contratado por ela, assim o fez. Chegou ao endereço da entrega e bateu na porta, a irmã logo abriu e disse: pois não? O motorista disse: Temos uma entrega para a senhora e ela disse: pode trazer. O motorista então foi descarregando a carreta, ela pensou consigo: "obrigada Deus". Ao tempo que o motorista foi descarregando, ele também esperava que a mulher fosse perguntar quem mandou, ele após quase uma hora de trabalho, chegando ao final de descarregar a carreta, disse: A senhora não vai perguntar quem mandou tudo isso?

Ela disse que não, pois estava todos os dias orando a Deus pela madrugada para que lhe desamparasse e que ele suprisse todas as suas necessidades, e com isso disse: saiba que quando Deus dá ordem a seus anjos, até o diabo obedece.

Um testemunho de Anderson Clayton

Fonte: Melodia

O que significa ser um pai cristão?

Ser pai é receber de Deus a benção de ter um filho.

É viver sob a perspectiva de um Deus soberano, para passar ao filho caminhos de sabedoria e obediência, treinando-o para toda a boa obra. Ser pai é sentir-se completo, ao segurar hoje nos braços um ser frágil e pequenino e amanhã entregar à sociedade uma vida forte, em todos os aspectos.

Pai cristão é aquele que, se o filho já não caminha ao seu lado, sabe que ele vem atrás, seguindo as suas pisadas, e por isso, tem cuidado por onde se conduz.

Pai cristão não tem o filho como uma eterna criança, mas consegue sentir seu desenvolvimento em todas as áreas; não o sufoca em exagero de carinhos e atenções, mas também não permite que lhe falte esta porção tão necessária.

Pai cristão não exige do filho mais do que ele possa dar, transmitir ou exercer.
Pai cristão, mesmo batalhando o sustento do lar, reconhece a necessidade de companhia ao filho, numa constante entrega.
Pai cristão não lança sobre o filho a cumplicidade de suas frustrações, nem deseja que que o filho o veja como um herói.
Pai cristão sabe discernir cada ansiedade do filho, usando-a para um treinamento sadio em cada faixa etária.
Pai cristão percebe que o tempo voa, e se esforça, e se esmera em passar para o filho exemplos de dinamismo, valor próprio e equilíbrio.
Pai cristão, apesar dos problemas, sabe aproveitar o terreno das experiências, plantando amor, cultivando com paciência, para junto com o filho colher alegria e paz.

Autor: Pr. Andre Bruno

As diferenças no relacionamento conjugal

Após ouvir as queixas daquela mulher de ter um marido calado, individualista, irritadiço, etc, etc, perguntei-lhe: “Você sabia que ele era assim antes de casarem-se?” Sem que me causasse qualquer surpresa, ouvi sua resposta: “Sim, mas pensei que, com o tempo, ele fosse mudar.” Muitas mulheres se casam pensando dessa forma. Entram para o casamento cheias da expectativa de ter um marido ideal, pensando que conseguirão moldá-lo, de acordo com uma imagem que idealizaram durante a vida. Mais cedo ou mais tarde, fatalmente, descobrirão que essa é uma missão impossível, porque se casou com um homem real, com idéias e vontades próprias.

Além do mais, a verdade é que ninguém muda ninguém. As mudanças ocorrem com o crescimento pessoal e a conscientização interior. Com uma disposição que vem de dentro para fora e não por causa de uma pressão externa. Isto quer dizer que por mais que uma esposa reclame, chore ou implore, não terá sucesso no objetivo de provocar mudanças significativas em seu marido. Isso só acontecerá se ele próprio chegar à conclusão de que seu comportamento não é adequado, que não está feliz assim, que não é vergonhoso mudar de opinião ou de comportamento, que o ser humano tem uma potencialidade enorme de crescer e amadurecer e tornar-se uma pessoa cada vez melhor. Porém, esse é um caminho longo e doloroso. Cada ser humano é produto de uma família, uma sociedade, uma cultura. Internalizamos, desde a infância e no decorrer da vida, valores, regras e costumes que ficam enraizados. Cortar e remover essas raízes e dar lugar a novos valores e conceitos, provoca um profundo sofrimento. Tomar conhecimento destas coisas é importante em dois aspectos: para que a esposa se conscientize de que construiu a imagem de um esposo, para si, através do relacionamento com seu próprio pai e de acordo com os padrões de sua família (idealização) e, também, para que compreenda que seu esposo, da mesma forma, tem suas idealizações e expectativas.

A esposa só poderá ajudar seu esposo nesse processo de mudança se puder proporcionar-lhe uma convivência amigável e o conforto de que é aceito e amado do jeito que é. É claro que todas essas considerações não eliminam o conflito existente numa esposa insatisfeita com seu marido. É preciso que ela considere sua própria disposição em trabalhar esse relacionamento. Pois, o crescimento dele como pessoa e, consequentemente, suas mudanças, só ocorrerá se ele encontrar um campo seguro para expressar tudo o que é, sabendo que o amor da esposa será capaz de compreendê-lo e aceitá-lo. Deus nos ama independentemente da maneira pela qual nos comportamos. Se dependêssemos disso, seríamos rejeitadas para sempre. Deus nos ama do jeito que somos, com nossas peculiariedades, capacidades e, também, limitações.

A certeza desse amor incondicional nos traz o desejo de crescer e acrescentar novas possibilidades de ser. Certamente, a exigência contínua de uma esposa de fazer seu marido mudar, esteja gerando nele uma insegurança quanto ao amor dela, pois a necessidade de aceitação é básica para todas as pessoas. Ninguém gosta que venham lhe ensinar o que deve fazer ou como se comportar. Essa é uma atitude própria de pai e mãe no processo de educar os filhos e não de adulto para adulto. Em qualquer relacionamento é muito fácil culpar o outro, dizendo: “Ë por causa dele que eu sou assim”. É mais fácil apontar e querer consertar o outro do que distinguir o que precisa ser consertado em nós mesmas. O casamento é uma parceria, onde cada qual tem responsabilidades no relacionamento. Num bom casamento, marido e mulher permanecem juntos apesar das diferenças individuais. Será que você é capaz de avaliar qual é a sua necessidade ao querer modelar seu esposo? Muitas pessoas são inseguras e precisam de auto-afirmação. Outras têm necessidade de controlar ou dar ordens aos outros. Mas, manipular as pessoas por causa disso, é uma atitude doentia. Quando éramos meninas, brincávamos com nossas bonecas. Eram nossas.

Podíamos fazer o que queríamos com elas e elas permaneciam com aquele sorriso inexpressivo. Agora, somos mulheres. Não brincamos mais com bonecos. Lidamos com seres humanos. Recentemente, fazendo um trabalho com um grupo de mães, numa escola, uma senhora levantou essa mesma questão, com o consentimento de várias outras mulheres. Perguntei-lhe quem a havia obrigado a se casar. “Ninguém me obrigou; eu é que escolhi.” Respondeu ela. Dei um grande sorriso e perguntei a todas: “Se foram vocês que escolheram seus maridos, do que é que estão reclamando?” E todas riram. Nem tudo o que descobrimos a respeito de nosso parceiro é bom ou belo, mas é melhor compartilhar a vida com alguém que mostra ser o que é do que com alguém que finge ser o que não é. É muito mais rico e produtivo conviver com alguém que é real, não produto de uma idealização fantasiosa. É preciso aceitar e amar, incondicionalmente, a pessoa com quem decidimos nos casar. Só assim poderemos nos tornar livres para vivermos e apreciarmos, realmente, o homem com quem nos casamos. Veja as diferenças que existem entre vocês como algo positivo e que dá um colorido especial ao seu casamento. Você quer tentar? Experimente. Você contemplará milagres!

Psic. Elizabete Bifano