10 de dez de 2008

A TENTAÇÃO DO GANHO FÁCIL.

TEXTO: II Reis 5:20-27
ICT (Idéia Central do Texto): O texto apresenta um típico exemplo de alguém, Geazi, sevo do profeta Eliseu, que deixou-se dominar pela ganância e das consequências disto.
O.G.: Devocional
O.E.: Alertar os ouvintes acerca do pecado da ganância e de suas consequências para a vida cristã.
TESE: O ganho fácil constitui-se numa tentação comumente enfrentada pelos crentes e pode acarretar terríveis prejuízos espirituais para os descuidados.

INTRODUÇÃO:
Como crentes em Jesus temos que conviver com tentações. Tentações são desejos, inclinações da nossa carne, que procedem de nossa natureza humana pecadora, que tentam nos levar a desobedecer as ordens do Criador. Neste texto Deus nos alerta para uma das perigosas tentações a que estamos expostos.
Geazí, o servo do profeta Eliseu, acreditou que poderia facilmente lucrar, desde que corresse até Naamã, o general Sírio que acabara de ser miraculosamente curado da lepra. Munido de uma boa e comovente história, pensando estar longe da vigilância do profeta, o servo Geazi partir a encontrar a comitiva síria a caminho de volta para Damasco. Ele não tencionava obter toda a prata, ouro e vestidos que o general trouxera na intenção de presentear o profeta; somente um pouco de prata e duas vestes.
A consequência terrível que esta atitude de Geazi trouxe para si nos serve de alerta contra esta tentação a que estamos sujeitos: a tentação do ganho fácil. Cuidemos para não cometer os seguintes equívocos:

1º) Pensar que “ter” é o mais importante (v. 20)
Freqüentemente estamos sujeitos a pensar como Geazi, que o mais importante é termos a prata e as vestes, do que sermos “irrepreensíveis e sinceros”(Fp 2:15). O Senhor Jesus lidou com esta tentação quando o Diabo o levou ao alto de um monte e, mostrando-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles, disse-lhe: “Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares.” (Mt 4:8 e 9). A resposta de Jesus foi que somente a Deus devemos adorar e só a Ele servir. Não importa o prejuízo financeiro ou material que isto traga, primeiro devemos buscar o Reino de Deus e a Sua Justiça! (Mt 6:33).

O servo Geazi não seguiu o exemplo de seu senhor. Corrompeu-se por causa de um pouco de prata e algumas roupas novas. Que tristeza quando um servo de Jesus abandona seu posto, sua Igreja, seu compromisso com a Obra de Deus e parte para conquistar coisas de tão menor importância, sem a bênção de Deus.

Como Geazi, muitos nem se apercebem que estão incorrendo numa falta gravíssima quando ao pecar, comprometem o nome do Senhor!

2º) Comprometendo o nome do Senhor (v. 26)
Ao voltar de sua abordagem a Naamã, Geazi deparou-se com seu senhor. Este lhe perguntou de pronto: “Porventura não foi contigo o meu coração...? Era isto ocasião para receberes prata e roupa...?” Geazi usara o nome de seu senhor para ludibriar a Naamã. De igual modo o crente tem um Senhor, Jesus Cristo e, toda vez que cai em tentação, está comprometendo o nome do seu Senhor! Por isso Jesus disse: “Ai do homem por quem o escândalo vier...” (Mt 18:7).

É assim que surgem os maus testemunhos, os escândalos. Ao invés de o Nome do Senhor ser glorificado, quando se cai na tentação do ganho fácil, o Nome do Senhor acaba por ser blasfemado! A mentira, o ludíbrio, o “jeitinho”, a desonestidade e todo ganho que podem oferecer trazem um prejuízo inestimável à pregação do Evangelho. Quanta lástima quando um filho de Deus decide utilizar os recursos característicos dos filhos do Diabo! (Jo 8:44).

O servo Geazi caiu na tentação do ganho fácil e não mediu as conseqüências de haver utilizado indevidamente o nome do seu senhor. Não pensara que seu erro traria sérias conseqüências para sua vida.

3º) As terríveis conseqüências do cair na tentação do ganho fácil (v. 27)
Geazi herdou a lepra de Naamã. O texto bíblico afirma que ele ficou “branco como a neve”. Pior, afirma que sua descendência, sua família, também foi afetada pelo seu pecado. Este é o resultado de se abandonar os preceitos de Deus, agindo como um “filho de belial”. O apóstolo Paulo escreveu sobre o “amor ao dinheiro” e afirmou que ele é “a raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” (I Tm 6:10).

O livro de Eclesiastes também alerta para os malefícios causados pelo “amor às riquezas”, afirmando que a pessoa que sofre deste mal nunca se fartará e, além de outros desconfortos, será desprovido do “sono do trabalhador” (Ec 5:10-12). São grandes os prejuízos para o crente que se deixa levar por esta tentação. Me chama a atenção este do verso 12 de Eclesiastes, onde afirma que “a saciedade do rico não o deixa dormir”.

CONCLUSÃO:
Cuide-se! Você, certamente, tem sido tentado à semelhança de Geazí. Resista, caso contrário, cairá (I Co 10:12). Deus mesmo está pronto a lhe dar forças para auxiliá-lo a resistir. Reconheça que não vale a pena alcançar qualquer valor sem a aprovação do Senhor das nossas vidas. Resista como Jesus resistiu: recuse-se a aceitar qualquer coisa que seja empecilho para sua vida de adoração a Deus.

APELO:
Neste instante vamos orar. Se você tem incorrido no mesmo erro de Geazi, hoje é tempo de retroceder. Deus quer resgatá-lo. Reconheça seu pecado e busque o perdão de Deus agora mesmo. Não queira colher as conseqüências de uma vida longe da presença do Senhor.


Fonte: Paulo Rogério Petrizi

5 de dez de 2008

As 12 Tribos de Israel (Tribo de José)

José (filho de Jacob)

José (יוֹסֵף em Hebraico, que significa "Yahweh acrescenta"; ou Yôsēp̄ em Hebraico tiberiano, e mais tarde designado como Zaphnath-paaneah ou Tzáfnat panéach (צפנת פענח) ou Ẓáfənat paʿnéaḥ em hebraico padrão ou, ainda, , Ṣāp̄ənaṯ paʿănēªḥ em Hebraico tiberiano, cuja origem é egípcia, significando "Descobridor das coisas ocultas"), foi o décimo primeiro filho de Jacó, nascido de Raquel, citado no livro do Génesis, no Antigo Testamento, sendo considerado o fundador da Tribo de José, constituída, por sua vez, da Tribo de Efraim e da Tribo de Manassés (seus filhos).

Quando tornou-se faraó, foi-se concebida a mão de Azenate, servante do faraó anterior.

Filho preferido de Jacó, apesar de não ser o seu primogênito (mas o primeiro filho de Raquel, a mulher que mais amava), José nunca escondeu a sua posição de superioridade em relação aos outros irmãos, que se ia manifestando através de sonhos em que a sua figura tomava sempre um lugar de destaque e liderança. O favoritismo, de que era alvo por parte do pai, valeu-lhe a malquerença dos irmãos, que o venderam como escravo a mercadores ismaelitas, por 20 moedas (sheqel) de prata.

Tendo sido, depois, comprado por Potifar (oficial e capitão da guarda do rei do Egipto), de quem se tornou o mais fiel e diligente dos criados, foi preso após acusação injusta da mulher do seu amo, depois de uma tentativa frustada de sedução por parte desta. Na prisão, tornou-se conhecido como intérprete de significado dos sonhos, pelo que é chamado pelo Faraó que, depois de verificar a sua real capacidade, o nomeia governador do Egipto (cerca de 1800 a.C.).

A história termina com o reencontro com os seus irmãos, arrependidos, e com a chegada destes, com seu pai, ao Egipto. É assim que o povo israelita se instala no Egipto, antes de ser escravizado e, mais tarde, libertado sob a liderança de Moisés.

A figura de José inspirou vários autores e artistas ao longo da história, devido à riqueza narrativa do relato que é, sem dúvida, uma das mais populares gestas bíblicas. Thomas Mann recontou a história em José e seus irmãos e Andrew Lloyd Webber, com "José e o deslumbrante manto de mil cores", passou a história para um musical de sucesso. Depois de arrependidos José ajudou seus 11 irmãos Zebulom, Issacar, Rúben, Naftali, Benjamin, Dã, Simeão, Levi, Judá, Gade e Aser.


Símbolo da Tribo.


Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

AS 12 Tribos de Israel (Tribo de Manassés e Efraim)

Manassés.

Manassés foi o 14º rei de Judá, governando de 686 (aprox.) à 642 a.C.
Manassés era filho de Ezequias e sua mãe era Hefzibá. Era descendente da linhagem real de Judá, iniciada com o rei Davi, sendo, portanto, antepassado de Jesus Cristo. A principal fonte de informação sobre ele é o Antigo Testamento da Bíblia, estando a sua história registrada nos livros de II Reis 21:1-18 e II Crônicas 33:1-20.

Ofensas ao costumes

Segundo a Bíblia, Manassés iniciou seu reinado aos 12 anos e, por 55 anos, governou em Jerusalém.
Os textos bíblicos informam que Manassés não exerceu a devida liderança reiligiosa que desempenhou seu pai. Promoveu a idolatria à Baal, reconstruindo os altares destruídos por seu pai. Promoveu práticas de magia e adivinhação e introduziu até mesmo nos pátios do templo ritos e altares indevidos. Um dos extremos dessa chamada idolatria foi o sacrifício humano, tendo incluído os seus próprios filhos.

Fez ele também passar os seus filhos pelo fogo no vale do Filho de Hinom, e usou de advinhações, e de agouros, e de feitiçarias, e consultou adivinhos e encantadores, e fez muitíssimo mal aos olhos do SENHOR, para o provocar à ira. (II Crônicas 33:6)
A Bíblia diz também que Manassés não ouviu os profetas, e a tradição judaica menciona que ordenou a morte de Isaías, serrado-o em pedaços.

A situação política

A Assíria era a potência dominante naquela época e algumas décadas antes havia devastado o reino de Israel, bem como invadido Judá, quando o seu pai ainda governava, mas não obteve sucesso em invadir Jerusalém.
Os reis assírios Assurbanipal e Esar-Hadom listavam Manassés como rei tributário, e inclusive, a mesma Assíria levara Manassés cativo, por certo tempo.
De acordo com o livro de II Crônicas, a prisão de Manassés teria se dado por uma repreensão divina pelo fato do povo não ter dado ouvidos para se arrependerem dps pecados:
E falou o SENHOR a Manassés e ao seu povo, porém não deram ouvidos. Pelo que o SENHOR trouxe sobre eles os príncipes do exército do rei da Assíria, os quais prenderam Manassés entre os espinhais, e o amarraram com cadeias, e o levaram à Babilônia. (II Cr 33:10-11)

Mudança de atitude do rei e atos finais

Após ser preso pelos assírios, ainda no cativeiro, Manassés arrependeu-se amargamente de seu proceder, fez uma sincera oração a Deus e resolveu mudar de atitude.
E ele angustiado, orou deveras ao SENHOR, seu Deus, e humilhou-se muito eprante o Deus de seus pais, e lhe fez oração e Deus se aplacou para com ele e ouviu a sua súplica, e o tornou a trazer a Jerusalém, ao seu reino; então reconheceu Manassés que o SENHOR é Deus. (II Cr 33:12-13)
Foi então liberto por Deus, voltou a Jerusalém e removeu os altares de idolatria que havia construído. Passou a incentivar a adoração à Jeová (ou Javé) e a oferecer os devidos sacrifícios, retirando do templo os objetos de profanação.
Manassés ainda construiu uma muralha externa para defender sua cidade.

Reconstrução de Judá

Após a desastrosa revolta de Ezequias contra a Assíria, Manassés herdou de seu pai um reino devastado, reduzido territorialmente e gravado com um pesado tributo a ser mandado, anualmente, para Nínive. Recuperar o reino desse desastre, exigiu longos anos de esforço concentrado, conduzido pelo rei e seus assessores.

A primeira providência de Manassés consistiu em garantir que Judá pudesse trabalhar em paz.

Para isso, ele cultivou a benevolência da Assíria, mostrando-se um vassalo fiel e prestativo. Um documento da época de Asaradão (Esarhaddon), sucessor de Senaquerib no trono assírio, menciona Manassés fornecendo abundante material de construção para um projeto real em Nínive. O rei seguinte, Assurbanipal, lista o judeu entre os soberanos que lhe enviaram presentes e o ajudaram a conquistar o Egito. O sucesso dessa política pode ser atestado no fato de Manassés ter conseguido reduzir o valor do tributo imposto ao seu reino. Um texto do Século VII a.C. mostra que esse tributo tornou-se menor do que o cobrado de Amon e Moab, reinos vizinhos de Judá. Quanto ao relato bíblico (2Crônicas 33,11) sobre a prisão de Manassés pelos assírios na Babilônia, sua credibilidade histórica é bastante discutível.

Perdida a fértil região de Shephelah, restou a Manassés intensificar a produção agrícola nas terras ao sul de Jerusalém, valendo-se do crescimento populacional dessa área, para onde se dirigiram os que escaparam da investida assíria. Com investimentos públicos e o esforço concentrado da população, essas terras, originalmente áridas, passaram a suprir cerca de 1/4 das necessidades de grãos do reino.

Mas o principal êxito de Manassés, em seu projeto de reconstrução de Judá, consistiu em integrar seu reino à economia internacional da Assíria, sobretudo ao comércio de produtos exóticos que fluia da Arábia. Algumas das importantes rotas de caravanas atravessavam territórios ainda controlados pelo reino judaico, circunstância que Manassés soube explorar em seu favor.

Escavações arqueológicas descobriram dois grandes fortes construídos nessa época, no interior do deserto, para proteger os mercadores. Além disso, inscrições encontradas em diversos sítios em Judá evidenciam suas conexões comerciais com a Arábia. È também possível que o casamento de Manassés com Mesalemet (de provável procedência árabe) tenha resultado dos interesses econômicos do rei judaico.

No texto bíblico, Manassés é execrado como o monarca mais pecaminoso do Reino de Judá (2Reis 21,3-7), por ter reintroduzido a idolatria, permitindo a reconstrução de altares destruídos por seu pai. Ele chega a ser responsabilizado pela futura destruição de Jerusalém pelos babilônios, fato que somente ocorreria no século seguinte. Provavelmente, para obter a cooperação dos anciãos das aldeias e dos clãs, ao seu projeto de reconstrução econômica do reino, o monarca permitiu a retomada dos cultos populares a Baal, aos postes sagrados (Asherat) e aos astros do céu. Essas práticas religiosas, executadas em altares ao ar livre, sempre existiram nas áreas rurais do país, independente do culto oficial a IHWH, centrado no Templo de Jerusalém.

O Reino de Judá jamais se recuperou plenamente do desastre causado pela expedição punitiva de Senaquerib. Mas quando Menassés morreu, o país havia restaurado parte de seu vigor econômico, apresentando uma situação bem mais confortável do que o cenário de desolação deixado por Ezequias.

Tribo de Manassés.

A Tribo de Manassés מְנַשֶּׁה (alfabeto hebraico מְנַשֶּׁה, hebraico: Mənašše, de נשני naššānî - feito para esquecer) foi uma das Tribos de Israel; juntamente com a Tribo de Efraim, Manassés formou também a Casa de José. No seu apogeu, seu território se espalhava ao longo do rio Jordão, formando duas metades, uma em cada lado do rio.
A metade ocidental da tribo ocupou as terras imediatamente a norte de Efraim, no centro-oeste de Canaã, entre o rio Jordão e a costa do Mar Mediterrâneo, fazendo limite ao norte com a Tribo de Issacar, a noroeste com o Monte Carmelo; a metade oriental da tribo constituía a parte mais ao norte da tribo, a leste do rio Jordão, ocupando as terras ao norte da Tribo de Gade, estendendo-se desde Maanaim ao sul até o Monte Hermon, ao norte, e incluindo todo o do planalto de Basã. Esses territórios eram abundantes em água, uma preciosidade em Canaã, e por isso, constituía uma das mais valiosas partes do país; apesar disso, a posição geográfica de Manassés impossibilitava-a de defender duas importantes passagens nas montanhas - Esdraelon, localizada a oeste do rio Jordão e Hauran, a leste.

Efraim

Segundo a Bíblia, Efraim foi o segundo filho de José, nascido no Egito (Gn 41. 52). Quando foi levado à presença do patriarca Jacó com Manassés, Jacó pôs a sua mão direita sobre ele. Quis José mudar as posições dos seus dois filhos, mas Jacó recusou (Gn 48.8 a 20).

Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

3 de dez de 2008

As 12 Tribos de Israel (Tribo de Benjamim)

Benjamim.

Benjamim foi, segundo narra a Bíblia, o filho mais novo de Jaco ou Israel com sua mulher Raquel, que morre no seu parto.
Benjamim foi o único irmão por parte de mãe de José, que se tornaria mais tarde governador do Egito. Foi da descendência de Benjamim que surgiu o primeiro rei de Israel, Saul.

Tribo de Benjamim.

A tribo de Benjamim era uma das doze tribos de Israel. Recebeu o nome do filho mais novo de Jacob (Israel) e Raquel. As pessoas desta tribo eram chamados benjamitas.
Na altura da divisão de Canaan, ficou com o território entre Efraim a Norte e Judá a Sul. Embora fosse um território pequeno e montanhoso, era fértil e incluía cidades importantes como Jerusalém, Jericó, Betel, Gibeon e Mispá entre outras.
Um benjamita importante foi Eúd, o segundo juiz referenciado no Livro de Juízes. Saul, o primeiro rei de Israel oficialmente reconhecido como tal, era benjamita, filho de Quis. A partir daí, a linhagem real passou a ser da Tribo de Judá.
Quase que a tribo foi aniquilada pelas restantes tribos por ter protegido os habitantes de Gibea. A história encontra-se no Livro de Juízes nos capítulos 19, 20 e 21.
Quando se deu a divisão do reino, Benjamim permaneceu fiel à casa de David e, portanto, formou um reino com a Tribo de Judá, ao passo que as restantes dez tribos (também chamadas de Tribos do Norte) formavam um outro reino Israel.
Juntamente com Israel, os benjamitas foram dos que mais engrossaram o número dos que regressaram.

Simbolo da Tribo de Benjamim.



Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

AS 12 Tribos de Israel (Tribo de Naftali)

Naftali.

Naftali (em hebreu: נַפְתָּלִי)
Quinto filho de Jacó, sua mãe foi a criada de Raquel e se chamava Bila. A descrição de Naftali é como uma gazela solta, e poderia destacálo como homem de corrida ligeira. O targum do pseudo-Jônatas lhe confere uma vida de 132 anos

Tribo de Naftali.

A Tribo de Naftali(נַפְתָּלִיNaftaliNap̄tālî"Minha luta") foi uma das Tribos de Israel. Naftali ocupava o lado oriental da Galiléia (logo ao lado ocidental do Mar da Galiléia), nas áreas hoje conhecidas como Baixa Galiléia, e Alta Galiléia, e fazia fronteira a oeste com a Tribo de Aser, ao norte a Tribo de Dã, no sul Zebulão e o Rio Jordão no leste. Sua cidade principal era Hazor. Nessa região, em torno do Mar da Galiléia, ficava a altamente fértil planície de Genesaré, caracterizada por Flávio Josefo como a ambição da natureza, um paraíso na Terra[1], e com a porção sul da região atuando como uma passagem natural entre as terras alts de Canaã, muitas estradas principais (como as de Damasco a Tiro e Acre, passavam por ali[2]. A prosperidade que essa situação trouxe é parecidocom o profetizado na Bênção de Moisés, embora a críticos textuais vejam isso como um caso de predição posterior ao acontecimento, datando o poema para logo após de a tribo já ter se estabelecido na terra [3][4].

Cabala

Na Cabala, o nome Naftali é lido como duas palavras: nofet li, "doçura é para mim". A mitsvá em Purim, de atingir o nível da "cabeça desconhecida" ao beber vinho, etc., é expresso, nas palavras dos sábios como: A pessoa em Purim é obrigada a tornar-se doce, até que seja incapaz de diferenciar entre 'maldito seja Haman' e 'abençoado seja Mordechai'.
Esta é a expressão de júbilo e riso ao nível de Naftali – nofet li. O patriarca Jacó abençoou seu filho Naftali: Naftali é um cervo enviado [mensageiro], que dá [expressa] palavras eloqüentes. As "palavras eloqüentes" de Naftali provocam júbilo e riso aos ouvidos de todos que escutam. Ao final da Torá, Moisés abençoou Naftali: A vontade de Naftali está satisfeita. Na Chassidut é explicado que vontade satisfeita (seva ratzon) refere-se ao nível da vontade na dimensão interior de keter, onde toda experiência é puro deleite, o estado de ser no qual a pessoa não deseja nada além de si mesma.
As três letras que compõem o nome Haman possui seis permutações. Haman = 95; 6 x 95 = 570 = rasha (perverso), razão pela qual Haman é chamado Haman, o perverso. 570 (também) Naftali, que leva alegria e risos ao jogar o jogo de seis permutações de Haman. Na Cabala, está explicado que a "eloqüência" de Naftali reflete sua sabedoria para permutar palavras em geral (bem como examinar gematriot, tais como arur Haman - maldito seja Haman = 502 = baruch Mordechai - bendito seja Mordechai - o "jogo mais prazeroso" (sha'ashu'a) do estudo de Torá.
Como foi explicado previamente, os meses de Tishrei e Cheshvan correspondem (segundo o Arizal) às duas tribos de Efraim e Manassés, os dois filhos de José. Jacó abençoou seus dois netos Efraim e Manassés para serem como peixes: E eles serão como peixes no meio da terra. Estas duas tribos (o início do ano a partir de Tishrei) refletem-se em Adar e Naftali (o final do ano a partir de Nissan), pois Adar divide-se em dois (assim como José se divide em dois) peixes (Efraim e Manassés). O apoio numérico para isso é que quando Efraim (331) e Manassés (395) se combinam com Naftali (570): 331 mais 395 mais 570 = 1296 = 36 ao quadrado = 6 para o quarto poder.

Símbolo da tribo de Naftali



Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

As 12 Tribos de Israel (Tribos de Aser)

Aser.

Aser, segundo a Bíblia, é o nome de um dos 12 filhos de Jacó, resultado de sua união com Léia. Aser também é o ancestral de uma das 12 Tribos de Israel, de mesmo nome.

O personagem de Aser não possui grande destaque no livro de Gênesis, exceto por ter tomado parte na conspiração junto a seus irmãos que levou José a ser vendido como escravo para uma caravana em direção ao Egito, e também ter estado junto com seus irmãos no momento da reconciliação. Em I Crônicas 7:30-40 é traçada a descendência de Aser e seus filhos Imna, Isvá, Isvi, Berias e Sera.

Aser, junto com seus irmãos, tomou residência na parte leste do Delta do Rio Nilo, onde sua descendência multiplicou-se e originou a tribo de Aser. Segundo os livros do Pentateuco, Aser seguiu Moisés para a Terra Prometida, embora alguns estudiosos afirmem que Aser já era uma tribo localizada provavelmente na costa sul da Palestina antes do Êxodo, a região que, segundo o livro de Josué, ela teria conquistado quando da tomada de Canaã.

A região original de Aser coincidia com a terra da Filístia. Antes da ascensão do rei Davi, a terra de Aser já pertencia aos filisteus, de modo que a tribo pode ter continuado a existir apenas como indivíduos ou famílias vivendo em territórios de outras tribos, não mais como uma entidade individual e identificável entre as outras tribos de Israel. Os aseritas teriam se unido a Jeroboão quando este reivindicou para si o trono de Israel, e Aser teria feito parte das 10 tribos do norte que permaneceram independentes do governo de Jerusalém. A tribo desapareceu definitivamente dos registros quando Samaria foi tomada pela Assíria.

Simbolo de Aser.



Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

As 12 Tribos de Israel (Tribo de Gade)

Tribo de Gade.

A tribo de Gade (ou Gad) era uma das doze tribos de Israel. O sétimo filho que Jacó teve de Zilpa, a serva de Leia e irmão de Aser (Gn 30:11-13 e Gn 46:16,18). Em algumas versões, em Gn 30:11, as palavras: "Vem uma turba e chamou o seu nome Gade" deveriam ser traduzidas por: "Com sorte ("afortunado") e chamou o seu nome Gade", ou "Vem a sorte e chamou o seu nome Gade."
A tribo de Gade, durante a marcha pelo deserto, situava-se, juntamente com Simeão e Rúben, a sul do tabernáculo (Ne 2:14). As tribos de Rúben e Gade, no seguimento da sua história, prosseguiram a actividade dos patriarcas (Ne 32:1,5).

A porção atribuída a Gade ficava a leste do Jordão e incluía metade de Gileade, uma região de grande beleza e fertilidade (Dt 3:12), que a este fazia fronteira com o deserto árabe, a oeste com o Jordão (Js 13:27) e a norte com o rio Jaboque. Incluía, assim, todo o vale do Jordão até ao Mar da Galileia, onde, então, estreitava.
Esta tribo era cruel e dada à guerra; eram "varões valentes, homens de guerra para pelejar, armados com rodela e lança; e seus rostos eram como rostos de leões e ligeiros como corças sobre os montes" (1Cr 12:8 e 1Cr 5:19-22). Barzilai (2Sm 17:27) e Elias (1Rs 17:1) eram desta tribo. Foram levados em cativeiro por Tiglath-Pileser III ao mesmo tempo que as outras tribos do norte (1Cr 5:26) e no tempo de Jeremias (1Cr 49:1), os amonitas habitavam nas suas cidades.

Símbolo da Tribo de Gade.



Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

As 12 Tribos de Israel (Tribo de Dã)

Dã.

Na Bíblia, Dã (hebraico דָּן, "Juiz") é filho de Jacó (de quem era o quinto) e de Bila, sua concubina (Gênesis 30:4). É o patriarca da tribo de Dã, uma das doze tribos de Israel. Abaixo temos o trecho da bíblia onde Jacó abençoa Dã antes da morte:

16 Dã julgará o seu povo, como uma das tribos de Israel.


17 Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda, que morde os calcanhares do cavalo, e faz cair o seu cavaleiro por detrás.


18 A tua salvação espero, ó Senhor!

Gen 49

Tribo de Dã

A Tribo de Dã (דָּן "Juiz", Dan em hebraico standard, Dān em hebraico tiberiano) é uma das Tribos de Israel que segundo a Bíblia foi fundada por Dã, filho de Jacó e de Bila, sua concubina (Genesis 30:4).
O símbolo de Dã é uma serpente, o que a diferencia das outras tribos de Israel. Visto que este animal é considerado um símbolo do mal na tipologia bíblica, é aparentemente estranho que esteja como estandarte em uma tribo hebraica.

Símbolo da tribo de Dã.



Fonte de Estudo: Wikipedia.

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

Sozinho não se Vence.

O homem não foi feito para viver uma vida isolada, como um eremita, um errante, sem contato com outras pessoas, sem relações sociais. Como diz em (Gn 2:18) " Não é bom que o homem nem esteja só". Em (Pv 18:1) diz assim: "Busca o seu próprio desejo aquele que se separa". Significa que a pessoa que vive isolada, torna-se egoísta. A marca do egoísta é, não querer manter relacionamentos, não querer amizades. Portanto tenha Amigos e siga junto de alguém, pois é como o rei Salomão disse em (Ec 4:10b) "Mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante".

Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

Amor de Verdade não deve ser desse jeito.

Olá queridos irmãos em Cristo coloquei essa figuração sobre o amor para que todos entendam que Amar não é dessa forma ou querendo algo em troca, mas é ter um verdaeiro amor fraternal um pelo outro. Por isso, Amem de verdade, sem estar sendo falso um com o outro, pois o que encontramos hoje é irmãos te dando a Paz, mas na verdade ele mesmo não esta com a Paz estando com o pensamento em te prejudicar o mais rápido possível. Lembre-se que Deus esta com os olhos abertos e vendo tudo.


Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

Supérfluo ou Necessário.

Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apena viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros;
outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita;
outros, falar.
Uns queriam silêncio;
outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo;
outros, ter pés.
Uns queriam um carro;
outros andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.
Lembre-se que muitas vezes não
recebemos a nossa benção porque
não sabemos pedir corretamente.

Fique com Deus


Ricardo Fabris (I.C.P.B.B)

Eu Indico, pois são muito bons!!!

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Ricardo Fabris

1 de dez de 2008

Parábola da Rosa: Existe uma dentro de você.

Um homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente.

Antes que ela desabrochasse, ele a examinou e viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou,

"Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?"

Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa e antes mesmo de estar pronta para desabrochar, ela morreu.


Assim é com muitas pessoas.

Dentro de cada alma há uma rosa:

Sao as qualidades dadas por Deus.

Dentro de cada alma temos também os espinhos:

São as nossas faltas.

Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.

Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior.

Nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e consequentemente, isso morre.

Nunca percebemos o nosso potencial.

Algumas pessoas nao vêem a rosa dentro delas mesmas.

Portanto alguém mais deve mostrar a elas.

Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.

Esta é a característica do amor.

Olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.

Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.

Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus próprios espinhos.

Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.

Portanto Sorriam e descubram as rosas que existe dentro de cada um de vocês e das pessoas que amam...

Autor desconhecido

Olhe para o Alvo e siga em frente.

Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras.

A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.

Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, vinha outro solavanco e... tudo se desarrumava de novo.

Então ele começou a ficar desanimado e pensou: "jamais vou conseguir terminar minha viagem!

É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!".

Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.

Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.

Assim também é a nossa vida: quando paramos demais para olhar os problemas, perdemos tempo e nos distanciamos das nossas metas.

Autor desconhecido

Trazendo para a obra de Deus este motivacional, nos faz observar que quando olhamos para as pessoas que estão nos julgando, que estão nos apontando, que estão querendo nos derrubar, que estão com inveja de nós, que estão fazendo fofoca de nós, etc. Acabamos perdendo tempo de atingir o alvo que é o Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Portanto, ainda que tudo isso esta te machucando, faça como diz no Salmo 37:4 que dia assim: “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração”.

Ricardo Fabris.

Deus não te ama pelos méritos, e sim pelo que é.

Havia um médico em uma pequena cidade que era querido e aclamado por todos que ali moravam. Sempre de prontidão para qualquer emergência a qualquer hora do dia. Cuidou dos feridos, dos doentes e salvou várias vidas a beira da morte. Às vezes devido à condição do paciente, não cobrava consulta. E ele gostava daquela condição que havia adquirido diante dos homens.

Num dia ensolarado o Dr. prontidão, resolveu sair com sua família num passeio que há muitos anos não fazia devido a tanto trabalho. Ao entardecer caiu uma chuva muito forte e ele e sua família ficou presa na estrada, pois as árvores que caíram impedia sua passagem. E seu celular acabou caindo no lamaçal que se criou ali. Ao passar a tempestade, conseguiu retornar para pacata cidade. E para sua surpresa, foi recebido com indiferença pelos moradores. Pois a filha do prefeito teve febre e ele não estava lá para cuidar cessar a febre dela.

Ele foi humilhado diante daquela gente e expulso da cidade. Então sem entender porque tamanha indiferença resolveu buscar a Deus, o verdadeiro amigo. O Senhor que olha com olhar de misericórdia. Aquele médico dedicado foi honrado por Deus. Passou a chefiar uma equipe grande. Então ele entendeu que para os homens, se vale o enquanto você pode dar e Deus nos ama pelo que somos de verdade.

Deus não te ama pelos méritos que você possui e sim pela sinceridade do seu coração.

Autor Desconhecido.